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Questão de Redes de Computadores — Protocolo — FCC 2019

Redes de ComputadoresProtocolo
Código
fc057882
Banca
FCC
Órgão
TRF - 4ª REGIÃO
Ano
2019
Cargo
Analista Judiciário - Infraestrutura em Tecnologia da Informação
Em condições ideais, considere que o conteúdo do arquivo de configuração do slapd (Standalone LDAP Daemon), que está em /etc/ldap/slapd.conf, não contém erros e é apresentado abaixo. Os números das linhas não fazem parte do arquivo, servem apenas para a indicação dos comandos nele contidos.1. access to attrs=userPassword2. by anonymous auth3. by * none4. access to dn.base="" by * read5. access to *by dn="cn=admin,dc=popce,dc=rnp" writeby * readCom base no conteúdo do arquivo, é correto afirmar que a linha
  1. A1. indica que para fazer login no LDAP é necessário que o usuário user forneça uma senha.
  2. B4. dá permissão de leitura para a base (raiz) da DIT a todos.
  3. C5. esta seção permite que o admin escreva em qualquer registro, mas que nenhuma outra pessoa possa fazer leituras no diretório.
  4. D2. indica que um anônimo pode acessar o diretório sem restrições.
  5. E3. indica que não há nenhuma restrição para um usuário criar ou modificar um registro do diretório.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoB — 4. dá permissão de leitura para a base (raiz) da DIT a todos.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Configuração de controle de acesso no LDAP (slapd.conf)

Gabarito: letra B. A linha 4 (access to dn.base="" by * read) concede permissão de leitura a todos os usuários para a entrada raiz (root DSE), que é a base da Árvore de Informação do Diretório (DIT). As demais alternativas distorcem o significado das regras de controle de acesso (ACLs) do LDAP.

No arquivo slapd.conf, as ACLs são avaliadas na ordem em que aparecem. Cada regra access to define o alvo, seguido por uma ou mais cláusulas by que especificam quem tem qual permissão. As permissões podem ser: none (nenhum acesso), auth (apenas autenticação), read (leitura), write (escrita) etc.

Linha

Alvo (access to)

Sujeito (by)

Permissão

Significado

1–3

attrs=userPassword

anonymous

auth

Anônimo pode usar o atributo apenas para autenticação

1–3

attrs=userPassword

* (todos os demais)

none

Nenhum outro acesso ao atributo

4

dn.base="" (raiz da DIT)

* (todos)

read

Todos podem ler a entrada raiz

5

* (qualquer entrada)

dn="cn=admin,…"

write

Administrador pode escrever em qualquer entrada

5

* (qualquer entrada)

* (todos)

read

Todos podem ler qualquer entrada

  1. 1Linha 1-3: userPasswordauth anônimo, none demais
  2. 2Linha 4: dn.base=""leitura para todos
  3. 3Linha 5: acesso a *admin escreve, todos leem
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Alternativa A — ❌ Incorreta

A linha 1 (access to attrs=userPassword) define o escopo: o atributo userPassword. A linha 2 (by anonymous auth) permite que anônimos usem esse atributo apenas para autenticação (auth), não para ler ou escrever. A linha 3 (by * none) nega qualquer outro acesso. Não há menção a um "usuário user" nem exigência de senha para login — a autenticação anônima é permitida.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A linha 4 (access to dn.base="" by * read) concede permissão de leitura para todos os usuários (*) na entrada raiz (dn.base=""). O dn.base="" representa a entrada DSA-specific Entry (DSE), que é o nó raiz da DIT. Portanto, qualquer um pode consultar informações básicas do diretório, como versão do servidor e capacidades suportadas.

Alternativa C — ❌ Incorreta

A linha 5 (access to * by dn="cn=admin,dc=popce,dc=rnp" write by * read) permite que o administrador escreva em qualquer entrada (*), mas também permite que todos os usuários leiam qualquer entrada (by * read). A afirmação de que "nenhuma outra pessoa possa fazer leituras" é falsa — justamente o contrário: todos podem ler.

Alternativa D — ❌ Incorreta

A linha 2 (by anonymous auth) dá ao anônimo apenas permissão de autenticação (auth) sobre o atributo userPassword. Não é acesso irrestrito ao diretório; o anônimo não pode ler ou modificar outros atributos/entradas.

Alternativa E — ❌ Incorreta

A linha 3 (by * none) define nenhuma permissão para qualquer outro usuário (que não seja anônimo) sobre o atributo userPassword. Isso significa que esses usuários não podem criar, modificar, ler ou mesmo autenticar com esse atributo. Portanto, há sim restrição — e não ausência dela.

NÃO CAIA NESSA!

A banca tenta confundir os significados das permissões no LDAP: auth não é acesso livre; none não é ausência de regra (é negação explícita); by * read não exclui outros. Memorize: auth = só autenticação; none = nega tudo; read/write são permissões específicas.

Gabarito: letra B.

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