Criptografia e Backup em Aplicativos de Mensagem
Gabarito: letra A. O texto descreve que o Telegram utiliza criptografia "de ponta a ponta" (que envolve criptografia assimétrica para troca de chaves) e, para os chats comuns, as mensagens são armazenadas em nuvem sem proteção adicional, podendo ser acessadas em caso de invasão do celular. A alternativa A espelha corretamente essa conclusão.
A banca testa a capacidade de extrair conclusões do texto, especialmente sobre o funcionamento da criptografia e a vulnerabilidade dos backups.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O texto afirma que o Telegram usa criptografia "de ponta a ponta", que tradicionalmente emprega criptografia assimétrica para o estabelecimento de chaves. Quanto aos backups, o texto diz que as conversas comuns são guardadas na nuvem da empresa e, em caso de invasão, o hacker acessa todo o histórico, indicando que não há criptografia adicional nos backups.
Alternativa B — ❌ Incorreta
O texto não menciona VPN. A segurança dos chats secretos é garantida pela criptografia cliente-cliente (end-to-end), não por um túnel VPN.
Alternativa C — ❌ Incorreta
O texto não cita DES, IDEA ou 3DES. Esses algoritmos são antigos e não são utilizados por esses aplicativos modernos, que empregam AES e protocolos como MTProto (Telegram) e Signal Protocol (WhatsApp).
Alternativa D — ❌ Incorreta
O texto não afirma que o WhatsApp é mais seguro. Ambos os serviços apresentam vulnerabilidades nos backups: no WhatsApp, os backups no Google Drive/iCloud podem ser invadidos; no Telegram, os backups automáticos na nuvem da empresa também são acessíveis se o celular for comprometido. A nuvem pública não é intrinsecamente mais confiável.
Alternativa E — ❌ Incorreta
O texto não especifica que o WhatsApp usa criptografia simétrica (na verdade, o protocolo Signal combina criptografia assimétrica e simétrica). Além disso, a afirmação sobre backups não criptografados é verdadeira, mas o erro na primeira parte invalida a alternativa.
Gabarito: letra A.