Depreende-se das orações que compõem a frase Se o predador estivesse capaz já o teria mordido avidamente (1º parágrafo) uma relação de
Apassividade, expressa pela partícula apassivadora se.
Bcondição, expressa pela conjunção subordinante se.
Cpassividade, expressa pelo pronome pessoal se.
Dreflexividade, expressa pelo pronome pessoal se.
Econdição, expressa pela conjunção integrante se.
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GabaritoB — condição, expressa pela conjunção subordinante se.
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Função do "se" na frase do texto
Gabarito: letra B. A relação expressa na frase é de condição, introduzida pela conjunção subordinante "se". O trecho "Se o predador estivesse capaz já o teria mordido avidamente" mostra uma hipótese (condição) para que a ação principal ocorresse. Não há qualquer valor de passividade ou reflexividade.
Abaixo, a análise de cada alternativa.
"Se" na frase: Condicional (conjunção subordinante) (Substituível por "caso", Oração adverbial condicional, Ex.: "Se o predador estivesse..."); Integrante (conjunção substantiva) (Substituível por "que", Ex.: "Não sei se ele vem"); Apassivador (partícula) (Voz passiva sintética, Ex.: "Aluga-se casa"); Reflexivo (pronome) (Sujeito pratica e sofre a ação, Ex.: "Ele se feriu")
Alternativa A — ❌ Incorreta
A partícula "se" não é apassivadora: a frase está na voz ativa, com o sujeito "o predador" realizando a ação de morder. O "se" tem valor condicional.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
"Se o predador estivesse capaz já o teria mordido avidamente"
O "se" introduz uma oração subordinada adverbial condicional, equivalente a "caso o predador estivesse capaz". A ideia é de condição necessária para a ação seguinte.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Novamente, não há passividade. O pronome "se" aqui não é apassivador, mas conjunção.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Não há reflexividade: o predador não pratica e sofre a ação ao mesmo tempo. Ele morderia o artesão (outro ser), não a si mesmo.
Alternativa E — ❌ Incorreta
A conjunção "se" não é integrante (que introduz oração subordinada substantiva). Ela não equivale a "que" (ex.: "Não sei se ele vem"). Aqui, ela estabelece condição, não um complemento verbal.
PEGA ESSA DICA!
Para distinguir o "se" condicional do integrante, troque por "caso". Se fizer sentido, é condicional. Ex.: "Caso o predador estivesse capaz…" — funciona. Já o "se" integrante pode ser substituído por "que" (ex.: "Perguntei se ele viria" = "Perguntei que ele viria").