Técnico em Gestão Procuratorial Especialidade Engenharia de Software
Ao expor serviços usando protocolos de rede padrão, como SOAP, JSON, ActiveMQ ou Apache Thrift, para enviar solicitações ou acessar dados, a SOA facilita a vida dos desenvolvedores, pois estes não precisam fazer a integração do zero. Em vez disso, podem usar padrões chamados
ABusinness Serverless Accoplations (BSAs), que definem o padrão de interação entre o front e o back-end e depois os tornam acessíveis como interfaces de serviços.
BEnterprise Service Buses (ESBs), que realizam a integração entre um componente central e sistemas de back-end e depois os tornam acessíveis como interfaces de serviços.
Cactive-x SOAP modules, que substituem os padrões SOAP tradicionais por componentes genéricos acopláveis a quaisquer serviços Web.
DUnique Service Businesses (USBs), que realizam a integração entre um componente central e sistemas de back-end e depois os tornam acessíveis como interfaces de serviços.
EService Business Accoplations (SBAs) que definem o padrão de interação entre o front e o back-end e depois os tornam acessíveis como interfaces de serviços Web.
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GabaritoB — Enterprise Service Buses (ESBs), que realizam a integração entre um componente central e sistemas de back-end e depois os tornam acessíveis como interfaces de serviços.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
SOA e Enterprise Service Bus (ESB)
Gabarito: letra B. Em arquitetura orientada a serviços (SOA), o padrão de middleware que integra sistemas e expõe serviços de forma padronizada é o Enterprise Service Bus (ESB). Ele atua como um barramento central que conecta componentes e sistemas de back-end, transformando-os em interfaces de serviço acessíveis via protocolos como SOAP, JSON, etc. As demais alternativas ou são termos fictícios ou não correspondem ao conceito de integração em SOA.
A banca testa o conhecimento do principal elemento de integração em SOA. É comum que o candidato confunda com siglas inventadas ou com tecnologias específicas, mas o ESB é o barramento que realiza a orquestração e tradução entre serviços.
Alternativa A — ❌ Incorreta
"Business Serverless Accoplations (BSAs)" — termo inventado. Não existe padrão com essa sigla no contexto de SOA. A banca cria uma falsa similaridade com "Enterprise Service Bus" para confundir.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Enterprise Service Bus (ESB) é a definição clássica: um componente central de integração que conecta sistemas heterogêneos, realiza transformação de protocolos e expõe funcionalidades como serviços padronizados. É o barramento que permite a comunicação entre serviços em SOA utilizando protocolos como SOAP, JSON, ActiveMQ, etc.
Alternativa C — ❌ Incorreta
"active-x SOAP modules" — termo fictício. ActiveX é uma tecnologia da Microsoft para componentes, mas não há "active-x SOAP modules" como padrão de integração em SOA. Além disso, substituir SOAP por "componentes genéricos" não reflete a realidade do ESB.
Alternativa D — ❌ Incorreta
"Unique Service Businesses (USBs)" — termo inventado. USB é um padrão de hardware, não de integração de serviços. A descrição copia a da alternativa B (integração entre componente central e sistemas de back-end), mas o nome está errado.
Alternativa E — ❌ Incorreta
"Service Business Accoplations (SBAs)" — termo inventado. Não há correspondência real. A descrição fala em definir padrão de interação entre front e back-end, o que é função do ESB, mas a sigla é falsa.
PEGA ESSA DICA!
Em questões de SOA, decore a sigla ESB (Enterprise Service Bus) como o padrão de integração central. Cuidado com siglas parecidas (USA, SBA, BSA) — a banca inventa distratores com nomes que soam técnicos. Sempre associe a função de "barramento" que intermedia serviços.