Questão de Banco de Dados — DER - Diagrama de Entidade e Relacionamento — FCC 2022
Banco de Dados›DER - Diagrama de Entidade e Relacionamento
Código
fc063368
Banca
FCC
Órgão
SEFAZ-AP
Ano
2022
Cargo
Fiscal da Receita Estadual - Conhecimentos Específicos
Com base nessas informações, é correto afirmar:
AA Tabela1 não seria uma entidade no Modelo Entidade-Relacionamento porque o CPF-Contribuinte está em duas tabelas.
BAmbas as tabelas se relacionam em cardinalidade n:m.
CA Tabela1 se relaciona com a Tabela2 na ordem de cardinalidade 1:n.
DA Tabela2 e a Tabela1 podem ser unificadas em uma única tabela relacional normalizada.
EA Tabela1 se relaciona com a Tabela2 na ordem de cardinalidade n:1.
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GabaritoC — A Tabela1 se relaciona com a Tabela2 na ordem de cardinalidade 1:n.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Modelagem de Dados: Cardinalidade 1:N
Gabarito: letra C. A Tabela1 (CPF-Contribuinte como chave primária) relaciona-se com a Tabela2 (que possui CPF-Contribuinte como chave estrangeira) na cardinalidade 1:N – um contribuinte pode ter vários CNPJs, mas cada CNPJ está vinculado a um único contribuinte.
A questão apresenta duas tabelas relacionais: Tabela1 com CPF-Contribuinte (PK), Nome-Contribuinte, Idade-Contribuinte; Tabela2 com CNPJ-Contribuinte (PK), RazaoSocial, UF e CPF-Contribuinte (chave estrangeira referenciando Tabela1). Essa estrutura indica um relacionamento em que cada registro da Tabela1 pode estar associado a zero, um ou vários registros da Tabela2, enquanto cada registro da Tabela2 está associado a exatamente um registro da Tabela1 – exatamente a definição de cardinalidade 1:N (ou 1:n).
Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que a Tabela1 não seria uma entidade porque o CPF está em duas tabelas. Isso é falso: a existência de uma chave estrangeira não descaracteriza a entidade; ao contrário, ela estabelece o relacionamento entre duas entidades distintas.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Sugere cardinalidade N:N (muitos-para-muitos). Em um relacionamento N:N, seria necessária uma tabela associativa para armazenar as combinações. Aqui, a chave estrangeira está na Tabela2, indicando que cada CNPJ se refere a um único CPF, caracterizando 1:N.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A Tabela1 (CPF) é o lado "1", a Tabela2 (CNPJ) é o lado "N". Isso é o que a banca chama de "ordem de cardinalidade 1:n". Cada contribuinte pode ter vários CNPJs, mas cada CNPJ pertence a um único contribuinte.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Unificar as duas tabelas em uma única resultaria em redundância: os dados de Nome e Idade se repetiriam para cada CNPJ do mesmo contribuinte, violando a normalização (dependência funcional de CPF para esses atributos).
Alternativa E — ❌ Incorreta
Inverte a ordem: afirma que a relação é n:1, ou seja, que vários CPFs se relacionam com um CNPJ. Na estrutura real, um CPF (lado 1) se relaciona com vários CNPJs (lado N), e não o contrário.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora a troca da ordem da cardinalidade (alternativa E). A chave estrangeira está na Tabela2, o que indica que ela é o lado N; a Tabela1 é o lado 1. O candidato pode confundir o sentido e achar que o lado com FK é o 1, mas a cardinalidade é lida da perspectiva da entidade que possui a PK referenciada.