Moral da fábula “O cabrito e o lobo flautista”
Gabarito: letra E. A moral que se depreende da fábula é a de que agir sem considerar as circunstâncias leva à perda do que já se tem. O lobo, por ter imitado um flautista (ato alheio à sua função de carniceiro), perdeu a presa, como o próprio reconhece na fala final: “Isso é benfeito para mim, pois eu, que sou magarefe, não devia me pôr a imitar um flautista.” Portanto, a alternativa E parafraseia corretamente essa lição.
Alternativa A — ❌ Incorreta
A moral de que “as pessoas insignificantes tentam parecer bem mais do que são de fato” não encontra respaldo no texto. O cabrito não tenta se passar por algo que não é; ele apenas usa a astúcia para escapar. Foco do texto é o erro do lobo, não a pretensão do cabrito.
Alternativa B — ❌ Incorreta
A afirmação de que “os homens maus, ainda que deem a impressão de ajudar, só prejudicam” é contraditada pela fábula. O lobo, ao tocar flauta, não ajuda nem prejudica o cabrito – apenas se distrai. O prejuízo foi do próprio lobo, que perdeu a refeição. A moral não trata da maldade intrínseca, mas da ação inadequada às circunstâncias.
Alternativa C — ❌ Incorreta
“A rivalidade com superiores, além de não levar a nada, ainda acrescenta o riso às desgraças” não se aplica. Não há rivalidade entre o lobo e o cabrito; há uma relação predador-presa. O riso não é mencionado, e a “superioridade” não está em questão.
Alternativa D — ❌ Incorreta
“Os que conspiram contra os sócios sem perceber também perecem junto com eles” é totalmente estranha ao texto. Não há conspiração, nem sócios. O lobo age sozinho e não “perece” – apenas perde a presa.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A fábula ilustra exatamente que agir sem ponderar as circunstâncias acarreta prejuízo. O lobo, esquecendo-se de sua função de predador, entrega-se à flauta e perde o cabrito. Sua fala final confirma: ele reconhece que não deveria ter imitado um flautista. Portanto, a moral é a da alternativa E.
Gabarito: letra E