Questão de Enfermagem — Processo de Enfermagem e Sistematização da Assistência de Enfermagem — FCC 2022
Enfermagem›Processo de Enfermagem e Sistematização da Assistência de Enfermagem
Código
fc065695
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2022
Cargo
Analista Judiciário - Área Apoio - Enfermagem do Trabalho
Durante a consulta de enfermagem a uma colaboradora de 62 anos, a enfermeira coletou os seguintes dados: hipertensão, sarcopenia, queixas de fraqueza muscular com histórico de queda recente, perda de peso não intencional de 6 kg no último ano, a paciente reside sozinha após ter ficado viúva. Nesse contexto, de acordo com a Taxonomia II da NANDA-I, considerando os fatores de risco e as condições associadas, a enfermeira deve identificar o seguinte diagnóstico de enfermagem:
AFragilidade do idoso aumentada.
BRisco de síndrome do idoso frágil.
CRisco de síndrome pré-geriátrica.
DSíndrome do idoso pré-frágil.
ESíndrome do imobilismo do idoso.
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GabaritoB — Risco de síndrome do idoso frágil.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Diagnóstico de Enfermagem – Síndrome do Idoso Frágil (NANDA-I)
Gabarito: letra B (Risco de síndrome do idoso frágil). A Taxonomia II da NANDA-I define o diagnóstico de enfermagem “Risco de síndrome do idoso frágil” para indivíduos que apresentam fatores de risco como sarcopenia, perda de peso não intencional, história de quedas, imobilidade, isolamento social e idade avançada – exatamente o quadro da paciente (62 anos, sarcopenia, fraqueza muscular, queda recente, perda de peso de 6 kg no último ano, viúva, reside sozinha). Esse diagnóstico é focado na prevenção e identificação precoce da fragilidade, antes que a síndrome esteja plenamente instalada.
A questão testa o conhecimento específico da nomenclatura dos diagnósticos de enfermagem da NANDA-I. A banca espera que o candidato identifique a terminologia exata, diferenciando termos válidos de outros inventados ou de diagnósticos que não constam na classificação.
Alternativa A — ❌ Incorreta
“Fragilidade do idoso aumentada” não é um diagnóstico de enfermagem reconhecido pela NANDA-I. O termo correto é “Risco de síndrome do idoso frágil”. A alternativa confunde a condição clínica (fragilidade) com o diagnóstico padronizado.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
“Risco de síndrome do idoso frágil” é o diagnóstico da NANDA-I (Taxonomia II) indicado para pacientes que apresentam múltiplos fatores de risco para desenvolver a síndrome. A paciente preenche os principais fatores: idade ≥ 60 anos, sarcopenia, perda de peso não intencional significativa, história de queda recente, isolamento social. O diagnóstico é de risco, pois a síndrome ainda não está necessariamente estabelecida.
Alternativa C — ❌ Incorreta
“Risco de síndrome pré-geriátrica” não existe na NANDA-I. O termo “pré-geriátrica” não é utilizado; a classificação emprega “idoso frágil” ou “síndrome do idoso frágil”.
Alternativa D — ❌ Incorreta
“Síndrome do idoso pré-frágil” também não é um diagnóstico da NANDA-I. A taxonomia inclui apenas “Risco de síndrome do idoso frágil” e “Síndrome do idoso frágil” (diagnóstico real). Não há categoria intermediária “pré-frágil”.
Alternativa E — ❌ Incorreta
“Síndrome do imobilismo do idoso” não consta na NANDA-I. Embora o imobilismo seja um fator de risco para fragilidade, o diagnóstico específico é o de risco de síndrome do idoso frágil.
NÃO CAIA NESSA!
A banca troca o diagnóstico correto (Risco de síndrome do idoso frágil) por termos que parecem fazer sentido clínico (fragilidade aumentada, pré-frágil, pré-geriátrica), mas que não correspondem à nomenclatura oficial da NANDA-I. O segredo é memorizar os diagnósticos exatos: existem apenas “Risco de síndrome do idoso frágil” e “Síndrome do idoso frágil” – nenhuma variação com “aumentada”, “pré” ou “imobilismo”. Com treino, você fixa a lista oficial e evita essas armadilhas 💪.