No tratamento de insuficiência cardíaca as Sociedades de Cardiologia têm indicado o uso de inibidor de SGLT2
Afortemente na insuficiência cardíaca com diminuição da fração de ejeção de VE, associada a outras drogas, excluindo-se betabloqueadores.
Bfortemente na insuficiência cardíaca com diminuição da fração de ejeção de VE, desde que não associada a sacubitril-losartana.
Cde forma débil na insuficiência cardíaca com fração de ejeção de VE preservada.
Dde forma débil na insuficiência cardíaca com diminuição da fração de ejeção de VE.
Efortemente na insuficiência cardíaca com fração de ejeção de VE preservada, desde que associada a um diurético potente.
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GabaritoC — de forma débil na insuficiência cardíaca com fração de ejeção de VE preservada.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Tratamento de Insuficiência Cardíaca com Inibidores de SGLT2
Gabarito: letra C. As diretrizes atuais das Sociedades de Cardiologia (ACC/AHA/HFSA, ESC) recomendam os inibidores de SGLT2 (dapagliflozina, empagliflozina) com força de recomendação classe I (forte) para pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER, FEVE ≤40%), independentemente da presença de diabetes. Já para insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP), a recomendação é classe IIb (débil), baseada em estudos recentes (EMPEROR-Preserved, DELIVER). A alternativa C descreve exatamente essa indicação débil na ICFEP.
NÃO CAIA NESSA!
A banca troca a força de recomendação entre ICFER e ICFEP. Lembre-se: iSGLT2 é forte (Classe I) na ICFER e débil (Classe IIb) na ICFEP. As alternativas A, D e E invertem essa classificação.
Inibidores SGLT2 na IC
1ICFER (FEVE ≤40%)
Recomendação forte (Classe I)
Associado a betabloqueadores
Associado a sacubitril/valsartana
2ICFEP (FEVE preservada)
Recomendação débil (Classe IIb)
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Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma uso forte na ICFER "excluindo-se betabloqueadores". Na verdade, os iSGLT2 são adicionados ao tratamento otimizado, que inclui betabloqueadores. Excluí-los vai contra as diretrizes. O benefício foi demonstrado em pacientes já em uso de betabloqueadores.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Afirma uso forte na ICFER "desde que não associada a sacubitril-losartana" (na verdade, sacubitril/valsartana). Não há contraindicação de uso concomitante. Pelo contrário, iSGLT2 podem ser associados a ARNI, e isso é permitido e benéfico. A afirmação é falsa.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Descreve com precisão: "de forma débil na insuficiência cardíaca com fração de ejeção de VE preservada." Estudos como EMPEROR-Preserved e DELIVER mostraram benefício modesto, resultando em recomendação classe IIb (débil) nas diretrizes.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Afirma "de forma débil na IC com diminuição da FEVE". Para ICFER, a recomendação é forte (classe I), com base nos estudos DAPA-HF e EMPEROR-Reduced. A alternativa inverte a força de recomendação.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Afirma "fortemente na IC com FEVE preservada, desde que associada a um diurético potente." A recomendação para ICFEP é débil, e não há condição de associação com diurético potente para tal classificação. Além disso, a indicação não é forte.
PEGA ESSA DICA!
Decore a recomendação dos iSGLT2: forte (Classe I) para ICFER (FEVE ≤40%) e débil (Classe IIb) para ICFEP (FEVE ≥50%). Lembre-se dos estudos: DAPA-HF e EMPEROR-Reduced para ICFER; EMPEROR-Preserved e DELIVER para ICFEP.