Em Escravo que fugia assim (2º parágrafo), o termo sublinhado exerce a mesma função sintática da expressão sublinhada em:
AEra grotesca tal máscara (1º parágrafo).
BHavia também a máscara de folha de flandres (1º parágrafo).
CTinha só três buracos (1º parágrafo).
Dnão cuidemos de máscaras (1º parágrafo).
Eos escravos fugiam com frequência (3º parágrafo).
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GabaritoA — Era grotesca tal máscara (1º parágrafo).
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Gabarito: letra A.
No enunciado, o termo sublinhado é "que", pronome relativo que exerce a função de sujeito da oração adjetiva "que fugia assim" (referindo-se a "Escravo"). Na alternativa A, o termo sublinhado é "tal", pronome demonstrativo que também funciona como núcleo do sujeito (ou adjunto adnominal) em "Era grotesca tal máscara" — note que o sujeito é "tal máscara", com "tal" determinando "máscara". Embora classes diferentes, ambos os termos atuam como determinantes do núcleo do sujeito (um relativo, outro demonstrativo), integrando o sujeito da oração.
As demais alternativas possuem funções distintas:
B) "a" é artigo definido, adjunto adnominal de "máscara";
C) "só" é advérbio, adjunto adverbial de quantidade;
D) "de" é preposição, introduzindo complemento nominal;
E) "com" é preposição, introduzindo adjunto adverbial.
Portanto, apenas A mantém a mesma função sintática de termo integrante do sujeito (pronome com função adjetiva/substantiva no sujeito).
NÃO CAIA NESSA!
Sujeito nunca tem preposição
Se um termo vem regido de preposição (de, em, a...), ele não é o sujeito da oração. Serve para não confundir sujeito com objeto/adjunto preposicionado.