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Questão de Psicologia — Psicologia Jurídica — FCC 2023

PsicologiaPsicologia Jurídica
Código
fc069100
Banca
FCC
Órgão
MPE-PB
Ano
2023
Nível
Superior
Cargo
Analista Ministerial - Psicologia
A disputa de guarda de filhos e a regulamentação de visitas em decorrência de uma separação conjugal litigiosa são os casos típicos na Vara de Família e Sucessões em que o psicólogo forense atua. Nesse contexto, Shine & Fernandes afirmam que
  1. Ao psicólogo forense, como parte do sistema judiciário no processo de avaliação e laudo psicológico, contribui na equalização do que seria menos prejudicial à família, uma vez que nesse tipo litígio o que deve ser priorizado é o melhor interesse da criança.
  2. Bo psicólogo, no manejo técnico da avaliação psicológica, deve atender os membros da família no mesmo dia, garantindo intervenções conjuntas quando necessário.
  3. Co psicólogo deve abster-se da leitura dos autos do processo judicial para manter uma postura neutra, não se contaminando com informações prévias.
  4. Da avaliação psicológica, solicitada pelo juiz em relação à guarda parental, definirá a qual dos pais caberá a guarda unilateral dos filhos e como deverá proceder a visita do outro genitor.
  5. Eseria favorável psicologicamente aos filhos, para evitar o conflito, que os pais os indagassem sobre com qual deles gostariam de morar, os reconhecendo como sujeitos de direito.
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GabaritoA — o psicólogo forense, como parte do sistema judiciário no processo de avaliação e laudo psicológico, contribui na equalização do que seria menos prejudicial à família, uma vez que nesse tipo litígio o que deve ser priorizado é o melhor interesse da criança.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Psicologia Jurídica – Atuação do Psicólogo Forense na Vara de Família

Gabarito: letra A. A alternativa A está correta porque reflete o entendimento de Shine & Fernandes de que o psicólogo forense, ao elaborar laudos e avaliações, deve contribuir para equalizar o que é menos prejudicial à família, priorizando o melhor interesse da criança, que é o princípio norteador em disputas de guarda e visitas.

A banca testa o conhecimento sobre o papel do psicólogo forense nesse contexto, que não é decidir a guarda nem colocar a criança em situação de escolha, mas sim oferecer subsídios técnicos para a decisão judicial, sempre com foco no melhor interesse da criança.

Psicólogo forense na Vara de Família
  • 1Função
    • Subsídio técnico ao juiz
    • Equalizar o menos prejudicial
    • Priorizar o melhor interesse da criança
  • 2O que NÃO faz
    • Decidir a guarda (papel do juiz)
    • Indagar a criança sobre preferência
    • Atender todos no mesmo dia (obrigatório)
    • Abster-se de ler os autos
  • 3Postura técnica
    • Leitura dos autos é essencial
    • Neutralidade ≠ ignorar informações
    • Planejamento conforme necessidade
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Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Afirma que o psicólogo forense contribui na equalização do menos prejudicial à família, priorizando o melhor interesse da criança. Essa é a função esperada: o profissional deve orientar sua atuação para minimizar danos e proteger o desenvolvimento infantil, fornecendo ao juiz elementos técnicos para a decisão.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Afirma que o psicólogo deve atender os membros da família no mesmo dia, garantindo intervenções conjuntas. Não há obrigatoriedade de atender todos no mesmo dia; o psicólogo planeja as entrevistas conforme a necessidade técnica, podendo realizá-las em momentos separados para evitar constrangimentos ou contaminações. A afirmação é uma generalização indevida.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Afirma que o psicólogo deve abster-se da leitura dos autos para manter neutralidade. Na prática forense, a leitura dos autos é essencial para embasar a avaliação e compreender o contexto jurídico. A neutralidade não significa ignorar informações, mas sim analisá-las com imparcialidade técnica.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Afirma que a avaliação psicológica definirá a qual dos pais caberá a guarda unilateral. A avaliação psicológica é uma ferramenta de subsídio; quem decide a guarda é o juiz, com base em todo o conjunto probatório. O psicólogo não define a guarda, apenas oferece elementos para a decisão judicial.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Afirma que é favorável indagar os filhos sobre com qual genitor gostariam de morar, reconhecendo-os como sujeitos de direito. Embora a criança seja sujeito de direito e sua opinião deva ser considerada, colocá-la diretamente para escolher pode gerar conflito de lealdade e sofrimento psicológico. O psicólogo deve ouvir a criança de forma protegida, sem pressioná-la a decidir sobre a guarda.

Gabarito: letra A.

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