Questão de Redes de Computadores — Arquitetura TCP/IP — FCC 2023
Redes de Computadores›Arquitetura TCP/IP
Código
fc069824
Banca
FCC
Órgão
TRT - 15ª Região (SP)
Ano
2023
Nível
Médio
Cargo
Técnico Judiciário - Área de Apoio Especializado - Especialidade Tecnologia da Informação
Ataques de Negação de Serviço Distribuído (DDoS) têm o objetivo de sobrecarregar um alvo com excesso de tráfego, e, normalmente, são realizados explorando outra vulnerabilidade inerente ao modelo TCP/IP, conhecida e caracterizada, respectivamente, por
AAtaque de sniffers - quebra de senhas por meio da repetição de todas as combinações possíveis contidas em um dicionário de senhas.
BFlood SYN - exploração de portas UDPs abertas.
CPhishing — envio de e-mail ao administrador da rede solicitando que ele clique em um link.
DAtaque com rootkits — espionagem do tráfego interceptado pelo atacante.
EIP spoofing — falsificação dos endereços IP de origem do ataque para dificultar os esforços de mitigação e detecção do atacante.
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GabaritoE — IP spoofing — falsificação dos endereços IP de origem do ataque para dificultar os esforços de mitigação e detecção do atacante.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Ataques DDoS e vulnerabilidade TCP/IP
Gabarito: letra E. Ataques DDoS exploram a vulnerabilidade de IP spoofing, que consiste na falsificação de endereços IP de origem. O protocolo IP não possui mecanismo intrínseco de autenticação de origem, permitindo que atacantes enviem pacotes com endereços forjados, dificultando a rastreabilidade e bloqueio do tráfego malicioso (conforme conteúdo de apoio sobre spoofing).
NÃO CAIA NESSA!
A banca tenta fazer o candidato confundir a vulnerabilidade (IP spoofing) com um ataque específico (SYN Flood). O SYN Flood é uma técnica de DDoS que utiliza IP spoofing, mas a vulnerabilidade subjacente é a falta de verificação de origem dos pacotes IP.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Ataque de sniffers não é uma vulnerabilidade do TCP/IP, mas sim uma técnica de captura de tráfego. A quebra de senhas por dicionário é um ataque de força bruta, não relacionado diretamente com DDoS.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Flood SYN é um tipo de ataque DDoS que explora o handshake TCP, mas não é a vulnerabilidade "conhecida e caracterizada" inerente ao modelo TCP/IP que permite a realização de DDoS. A descrição "exploração de portas UDPs abertas" é incorreta – SYN Flood usa portas TCP, não UDP.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Phishing é um ataque de engenharia social, não explora vulnerabilidade do modelo TCP/IP. Visa roubo de credenciais, não sobrecarga de tráfego.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Rootkits são malwares que concedem acesso privilegiado e escondem sua presença, não estão relacionados diretamente com DDoS nem com a vulnerabilidade TCP/IP de falsificação de origem.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
IP spoofing é a falsificação de endereços IP de origem, explorando a ausência de autenticação no protocolo IP. Isso permite que atacantes enviem pacotes com IPs forjados em ataques DDoS, ocultando sua identidade e dificultando a mitigação.
PEGA ESSA DICA!
Lembre-se: a vulnerabilidade base do TCP/IP que viabiliza muitos ataques DDoS é a falta de verificação de origem (IP spoofing). O ataque SYN Flood, por exemplo, utiliza IPs spoofed, mas ele próprio é o ataque, não a vulnerabilidade.
Gabarito: letra E ✅ (IP spoofing como vulnerabilidade explorada em DDoS).