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Questão de Português — Sintaxe — FCC 2024

PortuguêsSintaxe
Código
fc072537
Banca
FCC
Órgão
TRT - 7ª Região (CE)
Ano
2024
Nível
Médio
Cargo
Técnico Judiciário - Área Administrativa
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
  1. ANão costumam distinguir limites na Inteligência Artificial quem julga absoluto o poder dela.
  2. BNão interessa aos entusiastas da Inteligência Artificial avaliar a experiência que os arrebata.
  3. CResiste à definição do conceito de beleza experiências estéticas que julgamos compreender.
  4. DNão convêm aos debatedores arriscar-se numa definição que se põem fora de seu alcance.
  5. EA quantificação de nossas sensações íntimas mostram-se insuficientes para definir a beleza.
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GabaritoB — Não interessa aos entusiastas da Inteligência Artificial avaliar a experiência que os arrebata.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Concordância verbal – identificação da oração subjetiva e sujeito posposto

Gabarito: letra B. A única frase com concordância verbal plenamente correta é a da alternativa B, porque o verbo "interessa" concorda com a oração subjetiva "avaliar a experiência que os arrebata", e o verbo "arrebata" concorda com o pronome relativo "que" (referente a "experiência", singular). As demais alternativas apresentam erros de concordância, seja por desconhecer a regência do verbo com oração subjetiva, seja por não identificar o núcleo do sujeito.

Alternativa A — ❌ Incorreta

"Não costumam distinguir limites na Inteligência Artificial quem julga absoluto o poder dela."

O sujeito de "costumam" é o pronome relativo "quem", que exige verbo na 3ª pessoa do singular: o correto seria "Não costuma distinguir...". A banca explora a falsa ideia de que "quem" concorda com o plural implícito de "pessoas", mas a norma é: "quem" como sujeito pede verbo no singular.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

"Não interessa aos entusiastas da Inteligência Artificial avaliar a experiência que os arrebata."

O verbo "interessa" tem como sujeito a oração reduzida de infinitivo "avaliar a experiência que os arrebata", que funciona como sujeito oracional (oração subjetiva). Orações subjetivas exigem verbo no singular. Já o verbo "arrebata" concorda com o pronome relativo "que", que retoma "experiência" (singular). Tudo correto.

Alternativa C — ❌ Incorreta

"Resiste à definição do conceito de beleza experiências estéticas que julgamos compreender."

O sujeito de "Resiste" é "experiências estéticas" (núcleo plural), que está posposto. O verbo deveria estar no plural: "Resistem...". Há erro de concordância com sujeito posposto.

Alternativa D — ❌ Incorreta

"Não convêm aos debatedores arriscar-se numa definição que se põem fora de seu alcance."

Dois erros: (1) "convêm" tem como sujeito a oração "arriscar-se numa definição...", que é oração subjetiva; o correto é "Não convém" (singular). (2) "põem" tem como sujeito o pronome relativo "que", que retoma "definição" (singular); o correto é "se põe".

Alternativa E — ❌ Incorreta

"A quantificação de nossas sensações íntimas mostram-se insuficientes para definir a beleza."

O sujeito é "A quantificação" (núcleo singular), portanto o verbo deve ser "mostra-se". Além disso, o predicativo "insuficientes" deve concordar com o sujeito: "insuficiente". A banca tenta enganar fazendo o verbo concordar com o adjunto adnominal "sensações íntimas" (plural).

NÃO CAIA NESSA!

Todas as alternativas erradas tentam fazer o verbo concordar com um termo que não é o núcleo do sujeito (adjunto adnominal, oração subjetiva mal identificada ou pronome "quem" interpretado como plural). Na B, a oração subjetiva é o verdadeiro sujeito.

PEGA ESSA DICA!

Para acertar concordância verbal, identifique primeiro o núcleo do sujeito. Em frases com verbos impessoais (como "interessar") ou com sujeito posposto, lembre-se: a oração reduzida de infinitivo funciona como sujeito e pede verbo no singular.

NÃO CAIA NESSA!

Sujeito nunca tem preposição

Se um termo vem regido de preposição (de, em, a...), ele não é o sujeito da oração. Serve para não confundir sujeito com objeto/adjunto preposicionado.

— Sintaxe — identificação do sujeito

Gabarito: letra B

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