Questão de Psicologia — Psicologia e Organizações — FCC 2025
Psicologia›Psicologia e Organizações
Código
fc073020
Banca
FCC
Órgão
MPE-PI
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Analista Ministerial - Área Saúde - Psicologia
Os poderes que decorrem da posição formalmente ocupada pelo gestor são: o poder
Alegitimado, o poder de recompensa e o poder de coerção.
Bde competência, o poder de referência e o poder de influência.
Cefetivo, o poder de persuasão e o poder concedido.
Dde posição, o poder cognitivo e o poder do reforço.
Ede conexão, o poder situacional e o poder democrático.
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GabaritoA — legitimado, o poder de recompensa e o poder de coerção.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Poderes Decorrentes da Posição Formal do Gestor
Gabarito: letra A. Os poderes que decorrem diretamente da posição formal ocupada pelo gestor são: o poder legitimado (autoridade do cargo), o poder de recompensa e o poder de coerção. Essa classificação corresponde à tipologia clássica de French e Raven (1959) sobre as bases do poder social. Os demais poderes (competência, referência, persuasão, etc.) são de base pessoal, não derivam do cargo.
Critério
Poderes Formais (Posição)
Poderes Pessoais (Indivíduo)
Base
Cargo hierárquico
Características individuais
Exemplos
Legitimado, Recompensa, Coerção
Competência, Referência, Persuasão
Fonte
Delegação organizacional
Conhecimento, carisma, habilidades
Duração
Vinculado ao cargo
Pode transcender o cargo
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A alternativa lista exatamente os três poderes que emanam da posição formal: poder legitimado (o subordinado obedece porque reconhece a autoridade do cargo), poder de recompensa (capacidade de oferecer benefícios) e poder de coerção (capacidade de aplicar punições). Todos derivam da hierarquia e das atribuições formais do gestor.
Alternativa B — ❌ Incorreta
O poder de competência (conhecimento técnico) e o poder de referência (identificação pessoal) são bases pessoais, não decorrem do cargo. O termo "poder de influência" é genérico e não é uma base autônoma na classificação clássica. A troca é uma armadilha comum: o candidato confunde competência (que pode ser inerente à pessoa) com legitimidade (que é do cargo).
Alternativa C — ❌ Incorreta
"Poder efetivo" e "poder concedido" não são categorias da tipologia de French e Raven. Além disso, o poder de persuasão é uma habilidade pessoal, não um poder formal. A alternativa mistura conceitos não padronizados e não correspondem às bases derivadas da posição.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Embora "poder de posição" seja sinônimo de poder legitimado, os outros dois itens estão errados: "poder cognitivo" não é uma base de poder formal (está mais ligado à competência), e "poder do reforço" é uma variação do poder de recompensa, mas o termo correto na classificação é "poder de recompensa". Além disso, a alternativa não inclui o poder de coerção, que também deriva do cargo.
Alternativa E — ❌ Incorreta
"Poder de conexão" (network), "poder situacional" e "poder democrático" são conceitos de outras teorias organizacionais, mas não correspondem às bases de poder formais clássicas. O poder de conexão é informal (baseado em relacionamentos), situacional depende do contexto, e democrático é um estilo de liderança, não um poder derivado do cargo.
NÃO CAIA NESSA!
A banca tenta confundir o candidato incluindo poderes de base pessoal (competência, referência, persuasão) como se fossem formais. Lembre-se: posição formal → legitimado, recompensa e coerção. Os demais são pessoais.