Pular para o conteúdo principal

Questão de Português — Sintaxe — FCC 2025

PortuguêsSintaxe
Código
fc073099
Banca
FCC
Órgão
MPE-PI
Ano
2025
Nível
Médio
Cargo
Técnico Ministerial
Considere o trecho:Todas as empresas que ofertam serviços de transporte ou entrega por aplicativos afirmam inexistir entre elas e os trabalhadores cadastrados em suas plataformas qualquer tipo de subordinação.Sem prejuízo para a correção e para as relações de sentido estabelecidas na frase, o termo sublinhado pode ser substituído por:
  1. Acuja inexistência
  2. Bna inexistência
  3. Cà inexistência
  4. Dque inexiste
  5. Eque inexistiam
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — que inexiste

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Substituição de "inexistir" — manutenção de sentido e correção

Gabarito: alternativa D. O termo sublinhado "inexistir" (infinitivo impessoal) pode ser substituído por "que inexiste" (oração subordinada substantiva objetiva direta com verbo no presente do indicativo), sem alterar o sentido da frase: as empresas afirmam que não existe qualquer tipo de subordinação. A troca preserva a estrutura de declaração e a concordância com "qualquer tipo" (singular).

Análise das alternativas:

Alternativa A — ❌ Incorreta. "Cuja inexistência" exigiria um termo antecedente para o pronome relativo "cuja", o que não ocorre no trecho. Além disso, a construção "afirmam cuja inexistência" é agramatical e quebra a relação de sentido.

Alternativa B — ❌ Incorreta. "Na inexistência" (preposição + artigo + substantivo) transformaria o verbo em um adjunto adverbial de lugar/contexto, alterando o sentido original de afirmação para uma referência locativa. "Afirmam na inexistência" não equivale a "afirmam que não existe".

Alternativa C — ❌ Incorreta. "À inexistência" (preposição + artigo) também introduz uma noção de direção ou finalidade, incompatível com o verbo "afirmam", que pede um complemento oracional (objeto direto) — não um termo preposicionado.

Alternativa D — ✅ Correta. "Que inexiste" forma uma oração subordinada substantiva objetiva direta, mantendo o conteúdo proposicional da declaração: as empresas afirmam que não há subordinação. A concordância singular com "qualquer tipo" é preservada.

Alternativa E — ❌ Incorreta. "Que inexistiam" usa o pretérito imperfeito do indicativo (plural), enquanto o verbo original "inexistir" está no presente e o sujeito "qualquer tipo" é singular. A alteração temporal e de número desrespeita o sentido e a correção gramatical.

PEGA ESSA DICA!

Ao substituir um infinitivo (verbo no infinitivo) por uma forma finita, verifique o tempo e a concordância com o sujeito. No caso, "inexistir" é impessoal, mas equivalente a "não existir"; a forma "inexiste" concorda com "qualquer tipo".

NÃO CAIA NESSA!

Sujeito nunca tem preposição

Se um termo vem regido de preposição (de, em, a...), ele não é o sujeito da oração. Serve para não confundir sujeito com objeto/adjunto preposicionado.

— Sintaxe — identificação do sujeito

Gabarito: D.

Link permanente: /questoes/fc073099