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Questão de Redes de Computadores — Arquiteturas de Rede — FCC 2025

Redes de ComputadoresArquiteturas de Rede
Código
fc073253
Banca
FCC
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Analista de Planejamento e Desenvolvimento Organizacional Tecnologia da Informação e Comunicação
A Prefeitura de São Paulo, hipoteticamente, estã conduzindo um projeto para modernizar sua infraestrutura de TIC, adotando SDN [Software Defined Network) e NFV [Network Function Virtualization). O objetivo é aumentar a eficiência operacional e oferecer serviços mais ágeis e escaláveis aos cidadãos. Para a implementação, a equipe técnica enumerou cinco cenários e estes foram analisados. O cenário e a análise cometa estão apresentados em:
  1. ACenário 1: Adotar a topologia Open SDN, pois esta tem um plano de controle centralizado e usa o OpenFlow como API na direção Southbound do tráfego de switches físicos ou virtuais para o controlador SDN.Análise: A decisão de usar Open SDN com smitches habilitados para OpenFlow está tecnicamente incorreta, pois esta não usa as redes físicas diretamente para fazer o envio dos pacotes, mas cria uma rede virtual sobre o hardware da estrutura existente, chamada Underlay.
  2. BCenário 2: Não adotar SDN via API para integrar os disposilivos legados da rede, pois esta arquitetura gera dificuldades em integrar equipamentos que não suportam SNMP, limitando a interoperabilidade com outros métodos, como REST API.Análise: À decisão está tecnicamente bem fundamentada. Além disso, a arquitetura SDN via API requer o uso de switches habilitados para OpenFlow e não funciona bem com os swifches tradicionais existentes na Prefeitura.
  3. CCenário 3: Implantar a NFVI, que & composta por pontos de presença (NFVI-PoPs), nos quais VNFs são implementadas e executadas como uma VM ou container em um servidor. Conectar recursos físicos e virtuais por meio de servers e hypervisors, criando uma camada de virtualização gerenciada por VIMs (Virtualized Infrastructure Managers) e orquestrada pelo NFV Orchestrator, viabilizando um ambiente NFV-based para a Prefeitura.Análise: A implantação de NFVI e o uso de VNFs para encadeamento de serviços melhora o provisionamento automatizado e a centralização da gestão, alinhando-se às melhores práticas de implantação de uma NFYV, sendo uma opção viável.
  4. DCenário 4: Para a implantação de uma solução NFW, criar um NFVO (Network Functions Virtualization Orchestrator) para orquestrar os recursos dos VIMs e criar um VNFM (Virtual Network Function Master), para cuidar do ciclo de vida da VNF master. Retirar 05 recursos físicos do escopo de gerenciamento dos VIMs, passando o gerenciamento do hardware para o IMANO (Infrastucture Management and Orchestration), durante a criação da NFVI.Análise: A implantação da NFY iniciando pela criação de NFVO e VNFM, utilizando o IMANO para gerenciamento dos recursos de infraestrutura implantados na NFVI, é uma solução técnica robusta e viável para as necessidades da Prefeitura.
  5. ECenário 5: Para configurar a comunicação entre as camadas da SDN, ajustar a API Northbound para conectar diretamente a camada de infraestrutura à camada de controle e ajustar a API Southbound para ligar as camadas das aplicações ao controlador, de forma a viabilizar o monitoramento dos recursos e aumentar a segurança da rede da Prefeitura.Análise: A configuração das APIs Northbound e Southhound está tecnicamente correta, pois a Northbound conecta a infraestrutura diretamente ao controle, enquanto a Southbound conecta o plano de controle aos aplicativos de monitoramento e segurança em uma solução SDN.
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GabaritoC — Cenário 3: Implantar a NFVI, que & composta por pontos de presença (NFVI-PoPs), nos quais VNFs são implementadas e executadas como uma VM ou container em um servidor. Conectar recursos físicos e virtuais por meio de servers e hypervisors, criando uma camada de virtualização gerenciada por VIMs (Virtualized Infrastructure Managers) e orquestrada pelo NFV Orchestrator, viabilizando um ambiente NFV-based para a Prefeitura. Análise: A implantação de NFVI e o uso de VNFs para encadeamento de serviços melhora o provisionamento automatizado e a centralização da gestão, alinhando-se às melhores práticas de implantação de uma NFYV, sendo uma opção viável.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

SDN e NFV – Análise de Cenários

Gabarito: letra C. O Cenário 3 descreve corretamente a arquitetura NFV (NFVI, VNFs, VIM, NFVO) e sua análise está alinhada às melhores práticas, sendo a única alternativa tecnicamente correta. As demais contêm erros conceituais sobre Open SDN, APIs SDN e componentes NFV.

Cenário

Descrição do Cenário

Análise

Resultado

Cenário 1

Adotar topologia Open SDN com plano de controle centralizado e OpenFlow como API Southbound para switches físicos/virtuais

Afirma que Open SDN não usa redes físicas diretamente, mas cria rede virtual (Underlay)

❌ Incorreta (análise errada: Open SDN controla switches físicos diretamente)

Cenário 2

Não adotar SDN via API para integrar dispositivos legados, por dificuldades com equipamentos sem SNMP

Afirma que SDN via API requer switches OpenFlow e não funciona com switches tradicionais

❌ Incorreta (SDN via API não exige OpenFlow; pode integrar legados)

Cenário 3

Implantar NFVI com NFVI-PoPs, VNFs como VM/container, VIMs e NFV Orchestrator

Reconhece melhoria no provisionamento e gestão centralizada, alinhado às melhores práticas NFV

✅ Correta (GABARITO)

Cenário 4

Criar NFVO e VNFM (Virtual Network Function Master), retirar recursos físicos dos VIMs, usar IMANO

Considera a implantação robusta e viável

❌ Incorreta (termos inexistentes: VNFM Master, IMANO; VIM deve gerenciar HW)

Cenário 5

Ajustar API Northbound para conectar infraestrutura ao controle; API Southbound para conectar aplicações ao controlador

Considera a configuração tecnicamente correta

❌ Incorreta (papéis invertidos: Northbound conecta aplicações ao controle; Southbound conecta controle à infraestrutura)

Alternativa A — ❌ Incorreta

A análise afirma que o Open SDN não usa redes físicas diretamente, mas cria uma rede virtual sobre o hardware (Underlay). Isso é falso: o Open SDN (OpenFlow) controla diretamente switches físicos habilitados para OpenFlow, sem necessitar de uma sobreposição virtual. O termo "Underlay" refere-se à rede física, mas a decisão de usar Open SDN com switches OpenFlow é tecnicamente correta; o erro está na análise que a considera incorreta.

Alternativa B — ❌ Incorreta

A análise sustenta que a SDN via API requer switches compatíveis com OpenFlow e não funciona bem com equipamentos tradicionais. Na verdade, SDN via API (como REST, NETCONF) pode integrar dispositivos legados por meio de adaptações – não exige OpenFlow. A decisão de não adotar SDN via API por falta de suporte SNMP é questionável, mas o principal erro é afirmar a obrigatoriedade do OpenFlow, o que torna a análise incorreta.

Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO

O cenário descreve a arquitetura padrão NFV: NFVI composta por NFVI-PoPs, VNFs executadas como VMs/containers, gerenciadas por VIMs e orquestradas pelo NFV Orchestrator. A análise reconhece que essa abordagem melhora o provisionamento e a gestão centralizada, alinhando-se às melhores práticas da NFV. Portanto, está correta.

Alternativa D — ❌ Incorreta

A proposta cria termos inexistentes: "VNFM (Virtual Network Function Master)" e "IMANO (Infrastructure Management and Orchestration)". Na arquitetura ETSI NFV, os componentes são NFVO (Orchestrator), VNFM (Virtual Network Function Manager) e VIM. Além disso, retirar os recursos físicos do escopo dos VIMs é incorreto – o VIM gerencia justamente a infraestrutura física e virtual. A análise, portanto, é inválida.

Alternativa E — ❌ Incorreta

NÃO CAIA NESSA!

A banca inverte os papéis das APIs Northbound e Southbound. Em SDN, a API Northbound conecta o plano de controle às aplicações; a API Southbound conecta o plano de controle ao plano de dados (infraestrutura). O cenário e a análise fazem o oposto, configurando um erro clássico.

Aqui, Northbound é descrita como conectando infraestrutura ao controle (na verdade é Southbound) e Southbound liga aplicações ao controlador (na verdade é Northbound). A análise está, portanto, incorreta.

Conclusão: Apenas o Cenário 3 está correto, confirmando o gabarito letra C.

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