Questão de Arquitetura de Software — Arquitetura de Software — FCC 2025
Arquitetura de Software›Arquitetura de Software
Código
fc073885
Banca
FCC
Órgão
SEFAZ-PI
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Analista do Tesouro Estadual - Área de Conhecimento: Tecnologia da Informação (prova 2)
Uma Secretaria da Fazenda iniciou a modernização de seu sistema legado, originalmente estruturado em uma Arquitetura Orientada a Serviços (SOA), buscando migrar gradualmente para um modelo baseado em microsserviços. Nesse cenário, a
Alatência pode aumentar à medida que os microsserviços escalam, já que compartilham recursos de comunicação entre si, o que não ocorre com SOA, que mantém desempenho consistente mesmo com muitos serviços, já que não há competição por recursos.
Btransição de SOA para microsserviços envolve, entre outros desafios, a redistribuição da lógica de negócio em serviços menores e autônomos, favorecendo deploys independentes e maior resiliência a falhas.
Cgranularidade dos serviços na arquitetura SOA tende a ser maior do que em microsserviços, o que favorece o reuso, mas limita a automação de testes e o versionamento independente.
Dtransição de SOA para microsserviços requer o desacoplamento do Establishment Service Bus (ESB), substituindo-o por gateways centralizados que concentram a lógica de orquestração entre os serviços.
Eadoção de microsserviços torna dispensável o uso de API Gateways, visto que cada serviço deve expor sua interface conforme sua lógica local e estas aumentam a exposição a vetores de ataque.
Revelar gabarito e comentário▾
GabaritoB — transição de SOA para microsserviços envolve, entre outros desafios, a redistribuição da lógica de negócio em serviços menores e autônomos, favorecendo deploys independentes e maior resiliência a falhas.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Migração de SOA para Microsserviços
Gabarito: letra B. A transição de uma Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) para microsserviços envolve a quebra de serviços maiores em unidades menores e autônomas, permitindo deploys independentes e maior resiliência a falhas. Esse é exatamente o cenário descrito na alternativa B, que aborda o processo de redistribuição da lógica de negócio.
A banca testa o conhecimento das características fundamentais e diferenças entre SOA e microsserviços, especialmente no contexto de migração. A alternativa correta reflete o principal objetivo dessa mudança: aumentar a granularidade e a independência dos serviços.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que a latência aumenta com o escalonamento de microsserviços devido à competição por recursos, o que não ocorreria em SOA. Na verdade, SOA frequentemente utiliza um barramento corporativo (ESB) que pode se tornar um gargalo, enquanto microsserviços são projetados para escalar horizontalmente com menor acoplamento. A competição por recursos existe em ambas, mas a afirmação é incorreta ao sugerir que SOA não sofre com isso.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Descreve precisamente a essência da migração: dividir serviços SOA (mais grossos) em microsserviços menores e autônomos, resultando em deploys independentes e maior isolamento de falhas. Isso está alinhado com os princípios de microsserviços, que priorizam a autonomia e a resiliência.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Embora a afirmação sobre granularidade e reuso seja verdadeira (SOA tem serviços de granularidade maior, favorecendo reuso, mas dificultando testes e versionamento), ela não descreve o processo de transição, mas sim uma comparação estática. O enunciado pede uma característica do cenário de migração, e a alternativa C não aborda o movimento de mudança.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Troca o nome correto de Enterprise Service Bus (ESB) por "Establishment Service Bus" e sugere substituí-lo por gateways centralizados que concentram orquestração. Na prática, microsserviços substituem o ESB por comunicação direta ou via API Gateway, mas sem orquestração centralizada (preferem coreografia). A afirmação está incorreta.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Afirma que API Gateways são dispensáveis em microsserviços, o que é falso. API Gateways são comuns para gerenciar autenticação, roteamento e limitação de taxa, além de reduzir a exposição direta dos serviços. A alegação de que eles aumentam vetores de ataque não é sustentada.
PEGA ESSA DICA!
Para questões sobre SOA vs. microsserviços, lembre-se dos principais contrastes: granularidade (SOA: serviços maiores, maior reuso; Microsserviços: menores, maior autonomia), comunicação (SOA: ESB centralizado; Microsserviços: comunicação descentralizada, geralmente via API Gateway) e deploy (SOA: dependente; Microsserviços: independente). Monte uma tabela mental para fixar.