Questão de Português — Interpretação de Textos — FCC 2025
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Código
fc074978
Banca
FCC
Órgão
TRT - 15ª Região (SP)
Ano
2025
Nível
Médio
Cargo
Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade Tecnologia da Informação
Infere-se do texto que o cronista, ao conversar com o motorista de caminhão, arrependeu-se de ter agido com certa
Aastúcia.
Bhumildade.
Cnegligência.
Darrogância.
Ecautela.
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GabaritoD — arrogância.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Interpretação do texto — Arrependimento do cronista
Gabarito: letra D. O cronista se arrepende de ter agido com arrogância, como se infere do trecho em que ele se qualifica de "tolo" e admite que quis "dar um ar de importância" ao responder que era professor de filosofia.
"Mas eu, tolo, e para dar um ar de importância, respondi: 'Sou professor de filosofia...'"
A passagem revela que o narrador, em vez de responder com simplicidade ("Sou professor"), optou por uma resposta que julgava mais importante, o que configura atitude arrogante. O arrependimento fica claro ao final: "Não tenho memória alguma do que lhe disse como inútil explicação."
Alternativa A — ❌ Incorreta
Astúcia significa esperteza ou sagacidade. O texto, ao contrário, mostra que ele agiu com tolice ("tolo"), não com astúcia. A alternativa extrapola ao atribuir uma qualidade contrária à descrita.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Humildade seria modéstia. O narrador, porém, quis "dar um ar de importância", o que é oposto à humildade. A alternativa contradiz o texto.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Negligência é descuido. A atitude do cronista não foi negligente, mas intencional: ele deliberadamente escolheu uma resposta para parecer importante. Não há base textual para negligência.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Arrogância é atitude de quem se julga superior ou importante. O cronista admite ter agido "para dar um ar de importância", e o motorista, por sua vez, passa a tratá-lo como alguém que deveria saber tudo ("até que enfim... o que é filosofia?"). A inferência é direta: o arrependimento decorre da arrogância.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Cautela é prudência. O narrador agiu de forma precipitada e até ingênua ("tolo"), não com cautela. A alternativa troca o conceito.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora a falsa impressão de que "dar um ar de importância" poderia ser astúcia (esperteza), mas o texto deixa claro que foi tolice, logo arrogância.
Conclusão: o único sentimento que se infere do arrependimento do cronista é o de ter agido com arrogância. Portanto, Gabarito: letra D.