As duas formas de vaidade — juízo de valor do autor
Gabarito: letra E. O autor distingue as duas formas de vaidade e claramente defende a superioridade da que se apoia em realizações (o 'fazer') sobre a vaidade baseada apenas no 'ser'. Como se lê no texto: "há a vaidade de quem afirma 'sou vaidoso pelo que sou' e há a vaidade de quem pode afirmar 'estou vaidoso pelo que faço'." A primeira é classificada como 'odiosa' e 'vazia'; a segunda, como 'justificável', 'com base objetiva', 'virtuosa'. Assim, a alternativa E é a única que reflete essa posição do autor.
Análise das alternativas
Alternativa A — ❌ Incorreta A alternativa A afirma que o autor enaltece a razão puramente subjetiva alegada por um vaidoso. No entanto, o texto qualifica essa vaidade como "odiosa" e "vazia", não a enaltecendo. ❌ Incorreta.
Alternativa B — ❌ Incorreta A alternativa B nega que qualquer tipo de vaidade seja defensável. Contudo, o autor defende a segunda forma como "justificável" e "com base objetiva". ❌ Incorreta.
Alternativa C — ❌ Incorreta A alternativa C afirma que o autor não emite juízo de valor. O texto, porém, está repleto de juízos: a primeira vaidade é "odiosa", a segunda é "justificável" e "virtuosa". ❌ Incorreta.
Alternativa D — ❌ Incorreta A alternativa D sugere que uma vaidade é complemento natural da outra. O texto as contrasta claramente, não como complementares. ❌ Incorreta.
Alternativa E — ✅ Correta A alternativa E afirma que o autor defende a superioridade objetiva de quem se apoia em realizações. Isso é exatamente o que se depreende do texto ao classificar a segunda forma como "justificável", "com base objetiva" e "virtuosa", em oposição à primeira, "vazia". ✅ Correta.
Gabarito: letra E