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Questão de Literatura — Vanguardas Europeias — FCC 2011

LiteraturaVanguardas Europeias
Código
fc114087
Banca
FCC
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2011
Nível
Superior
Cargo
Professor - Português - Ensino Fundamental II e Médio
Para responder a esta questão, considere os textos de Dalton Trevisan, o de Cristovão Tezza e os que seguem.I. Para que o objeto simbólico (texto) cumpra sua função, é necessário olhar o símbolo e enxergar o simbolizado. Por isso é importante lembrar que a compreensão/produção de textos (objetos simbólicos) mobiliza competências não só linguísticas, mas também extralinguísticas (conhecimento de mundo/saber enciclopédico, determinações socioculturais etc.).(Caderno de orientação didática: referencial de expectativas para o desenvolvimento da competência leitora e escritora no ciclo II do ensino fundamental da área de língua portuguesa, p. 21)II. Dalton Trevisan se autodefine como ‘arredio, ai de mim!’, e sua incurável timidez é bastante comentada. Sempre recusando a fama, e a presença de fotógrafos e jornalistas, cria uma atmosfera de suspense em torno de seu nome que o transforma numa enigmática personagem. Afastado do convívio social, enclausurado em casa, mereceu o apelido de “O vampiro de Curitiba”, título de um de seus livros.É correto afirmar:
  1. Aas informações encontradas em II são relevantes para se compreender corretamente o título do texto de Cristovão Tezza, nada acrescentando, entretanto, à leitura que se faz dele sem esse específico conhecimento.
  2. Bo que se lê em I se aplica unicamente às ministórias de Dalton Trevisan, pois somente elas podem ser reconhecidas como objetos simbólicos.
  3. Clevado em conta o texto de Cristovão Tezza, II consubstancia-se como conhecimento que potencializa o sentido, por exemplo, da frase proverbial presente na penúltima linha do texto.
  4. Do conhecimento de mundo explicitado em II não se confunde com saber enciclopédico, este sim necessário e suficiente para iluminar plenamente os objetos simbólicos que uma cultura produz.
  5. Eo discurso relatado, em II, é argumento de autoridade para comprovar dados biográficos, sem os quais a leitura de uma obra literária, como uma ministória, não se legitima, pois é deles que se depende para apreender o que o autor quis dizer.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — levado em conta o texto de Cristovão Tezza, II consubstancia-se como conhecimento que potencializa o sentido, por exemplo, da frase proverbial presente na penúltima linha do texto.

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