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Questão de Segurança da Informação — Backup — FCC 2026

Segurança da InformaçãoBackup
Código
fc141825
Banca
FCC
Órgão
MPE SE
Ano
2026
Cargo
Ana ( )
Durante uma auditoria interna, um órgão público identificou que não possui um processo formal para restaurar sistemas críticos após falhas graves, nem um procedimento estruturado para tratar incidentes de segurança ou gerenciar vulnerabilidades. A equipe de TI foi orientada a implementar práticas alinhadas às normas e padrões reconhecidos, garantindo a continuidade dos serviços e a proteção das informações.   A abordagem mais apropriada para este cenário é:
  1. AAdotar um cronograma de backup anual com cópias completas armazenadas em mídia física local, complementado por registros básicos de incidentes mantidos pelo Service Desk. A restauração seria feita apenas quando solicitada por áreas críticas, sem necessidade de testes prévios, priorizando a economia de recursos.
  2. BImplementar backups incrementais diários para os sistemas mais utilizados, mas sem incluir rotinas formais de verificação de integridade ou testes de recuperação. O tratamento de vulnerabilidades seria conduzido apenas quando houvesse evidências claras de exploração, evitando ações preventivas que possam gerar indisponibilidade.
  3. CUtilizar backups diferenciais semanais para todos os servidores e delegar a gestão de incidentes exclusivamente ao Service Desk, que registraria e encaminharia as ocorrências sem envolvimento direto da equipe de segurança da informação. A análise de vulnerabilidades seria feita de forma eventual, quando surgissem demandas específicas.
  4. DImplementar uma política de backup com cópias completas e incrementais armazenadas em locais distintos (on-premises e nuvem), realizar testes regulares de recuperação, estabelecer um processo formal de tratamento de incidentes com análise de causa raiz e plano de resposta e adotar um ciclo contínuo de gestão de vulnerabilidades com identificação, classificação, correção e verificação.
  5. EUtilizar exclusivamente backups automáticos na nuvem, sem manter cópias locais ou documentação detalhada dos procedimentos. O tratamento de vulnerabilidades seria feito por meio de atualizações ocasionais, aplicadas sem avaliação prévia de impacto ou priorização baseada em risco.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — Implementar uma política de backup com cópias completas e incrementais armazenadas em locais distintos (on-premises e nuvem), realizar testes regulares de recuperação, estabelecer um processo formal de tratamento de incidentes com análise de causa raiz e plano de resposta e adotar um ciclo contínuo de gestão de vulnerabilidades com identificação, classificação, correção e verificação.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Continuidade de Negócios e Gestão de Incidentes: Backup, Recuperação e Vulnerabilidades

Gabarito: letra D. O cenário descreve a ausência de processos formais de restauração, tratamento de incidentes e gestão de vulnerabilidades. A alternativa D é a única que aborda todas essas lacunas de forma estruturada e alinhada às boas práticas: política de backup com cópias completas e incrementais em locais distintos, testes regulares de recuperação, processo formal de tratamento de incidentes com análise de causa raiz e ciclo contínuo de gestão de vulnerabilidades. Essa abordagem está em conformidade com a ABNT NBR ISO/IEC 27001, que exige que cópias de backup sejam mantidas e testadas regularmente (item 8.13) e que a organização planeje e se prepare para gerenciar incidentes de segurança da informação (item 5.24).

O problema apresentado no enunciado é triplo: (1) não há processo formal para restaurar sistemas críticos após falhas graves, (2) não há procedimento estruturado para tratar incidentes de segurança e (3) não há gerenciamento de vulnerabilidades. Uma solução adequada precisa endereçar cada um desses pontos de forma integrada, pois eles são interdependentes: um backup sem teste de recuperação não garante a restauração; um tratamento de incidentes sem análise de causa raiz não previne recorrências; e uma gestão de vulnerabilidades sem ciclo contínuo deixa brechas exploráveis.

A norma ABNT NBR ISO/IEC 27001 estabelece controles específicos para esses temas. O item 8.13 trata do backup das informações, exigindo que cópias sejam mantidas e testadas regularmente. O item 5.24 trata do planejamento e preparação da gestão de incidentes, exigindo que a organização defina, estabeleça e comunique processos, papéis e responsabilidades. A gestão de vulnerabilidades, embora não tenha um item exclusivo na 27001, é parte integrante da gestão de riscos e da operação de segurança, envolvendo identificação, classificação, correção e verificação contínuas.

Na prática, uma política de backup eficaz combina diferentes tipos de cópias (completas e incrementais) armazenadas em locais distintos (on-premises e nuvem) para garantir redundância e disponibilidade. Os testes regulares de recuperação são essenciais para validar que os dados podem ser restaurados dentro dos objetivos de tempo de recuperação (RTO) e ponto de recuperação (RPO) definidos. O tratamento de incidentes deve seguir um ciclo que inclui detecção, contenção, erradicação, recuperação e análise de causa raiz, com um plano de resposta claro. A gestão de vulnerabilidades deve ser um processo contínuo, não eventual, com identificação, classificação por risco, correção e verificação da eficácia das correções.

A banca explora a tentação de soluções simplistas ou parciais: alternativas que focam apenas em um aspecto (backup, incidentes ou vulnerabilidades) ou que negligenciam etapas críticas como testes, análise de causa raiz e ciclo contínuo. A pegadinha está em reconhecer que a resposta correta é a que integra todos os elementos de forma completa e alinhada às normas. Guarde esse critério: a alternativa correta deve cobrir backup com testes, incidentes com causa raiz e vulnerabilidades com ciclo contínuo — é exatamente nessa tríade que as alternativas se dividem.

1Backup (item 8.13)
Cópias completas e incrementais
Locais distintos (on-premises e nuvem)
Testes regulares de recuperação
2Tratamento de incidentes (item 5.24)
Processo formal
Análise de causa raiz
Plano de resposta
3Gestão de vulnerabilidades
Ciclo contínuo
Identificação
Classificação
Correção
Verificação
Continuidade de negócios
LEVELsoulevel.com.br
Continuidade de negócios: Backup (item 8.13) (Cópias completas e incrementais, Locais distintos (on-premises e nuvem), Testes regulares de recuperação); Tratamento de incidentes (item 5.24) (Processo formal, Análise de causa raiz, Plano de resposta); Gestão de vulnerabilidades (Ciclo contínuo, Identificação, Classificação, Correção, Verificação)

Alternativa A — ❌ Incorreta

A alternativa propõe um cronograma de backup anual, o que é insuficiente para sistemas críticos que mudam frequentemente. Além disso, armazenar cópias apenas em mídia física local não oferece redundância em caso de desastre no local. A restauração "apenas quando solicitada" e "sem necessidade de testes prévios" contraria diretamente a ABNT NBR ISO/IEC 27001, item 8.13, que exige que as cópias de backup sejam testadas regularmente. O registro básico de incidentes pelo Service Desk, sem um processo formal de tratamento, também não atende ao item 5.24 da norma, que exige planejamento e preparação para gerenciar incidentes. A economia de recursos não pode comprometer a disponibilidade e a recuperação dos serviços.

Alternativa B — ❌ Incorreta

A alternativa implementa backups incrementais diários, mas omite rotinas formais de verificação de integridade e testes de recuperação — exatamente o que a ABNT NBR ISO/IEC 27001, item 8.13, exige. Sem testes, não há garantia de que os backups podem ser restaurados. O tratamento de vulnerabilidades "apenas quando houvesse evidências claras de exploração" é reativo e inadequado; a gestão de vulnerabilidades deve ser proativa e contínua, com identificação, classificação, correção e verificação. A preocupação com indisponibilidade não justifica a ausência de ações preventivas, que são essenciais para reduzir riscos.

Alternativa C — ❌ Incorreta

A alternativa utiliza backups diferenciais semanais, mas não menciona testes de recuperação, o que viola a ABNT NBR ISO/IEC 27001, item 8.13. Delegar a gestão de incidentes exclusivamente ao Service Desk, sem envolvimento da equipe de segurança da informação, contraria o item 5.24, que exige a definição de papéis e responsabilidades na gestão de incidentes — a equipe de segurança é parte fundamental desse processo. A análise de vulnerabilidades "de forma eventual" não constitui um ciclo contínuo de gestão, deixando a organização exposta a riscos não identificados e não tratados.

Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A alternativa D é a única que aborda de forma completa e integrada todas as lacunas do cenário. A política de backup com cópias completas e incrementais em locais distintos (on-premises e nuvem) garante redundância e disponibilidade, alinhada à ABNT NBR ISO/IEC 27001, item 8.13, que exige cópias mantidas e testadas regularmente — e a alternativa inclui testes regulares de recuperação. O processo formal de tratamento de incidentes com análise de causa raiz e plano de resposta atende ao item 5.24, que exige planejamento e preparação para gerenciar incidentes. O ciclo contínuo de gestão de vulnerabilidades com identificação, classificação, correção e verificação é a prática recomendada para reduzir riscos de forma proativa. Todos os elementos estão presentes e interligados, formando uma abordagem robusta e alinhada às normas reconhecidas.

Alternativa E — ❌ Incorreta

A alternativa utiliza exclusivamente backups automáticos na nuvem, sem manter cópias locais ou documentação detalhada. Isso cria um ponto único de falha: se o serviço de nuvem ficar indisponível ou os dados forem comprometidos, não há alternativa de recuperação. A ausência de documentação detalhada dos procedimentos dificulta a execução e a auditoria. O tratamento de vulnerabilidades por meio de "atualizações ocasionais, aplicadas sem avaliação prévia de impacto ou priorização baseada em risco" é inadequado — a gestão de vulnerabilidades deve ser contínua, com priorização baseada em risco e avaliação de impacto antes da aplicação de correções. A alternativa não atende aos requisitos de backup testado (item 8.13) nem de gestão estruturada de incidentes (item 5.24).

NÃO CAIA NESSA!

A banca tenta confundir o candidato com soluções parciais ou simplistas. As alternativas A, B, C e E apresentam elementos corretos isoladamente (backup, incidentes, vulnerabilidades), mas sempre omitem ou negligenciam um aspecto crítico: testes de recuperação, análise de causa raiz, ciclo contínuo de gestão ou redundância de armazenamento. A alternativa D é a única que integra todos os elementos de forma completa. Na prova, desconfie de alternativas que mencionam apenas um tipo de backup ou que tratam a gestão de vulnerabilidades como algo eventual — a abordagem correta é sempre contínua e estruturada.

PEGA ESSA DICA!

Para questões de continuidade de negócios, monte um checklist mental: (1) backup com cópias em locais distintos? (2) testes regulares de recuperação? (3) processo formal de tratamento de incidentes com causa raiz? (4) ciclo contínuo de gestão de vulnerabilidades? Se a alternativa falhar em qualquer um desses pontos, ela está incorreta. Essa tríade — backup testado, incidentes estruturados, vulnerabilidades contínuas — é o padrão que a banca cobra.

Gabarito: letra D

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