Questão de Segurança da Informação — Gestão de Continuidade de Negócio (NBR ISO/IEC 15999-1, 15999-2, 27002, 22313, etc.) — FCC 2026
Segurança da Informação›Gestão de Continuidade de Negócio (NBR ISO/IEC 15999-1, 15999-2, 27002, 22313, etc.)
Código
fc141866
Banca
FCC
Órgão
MPE SE
Ano
2026
Cargo
Tec ( )
A organização enfrenta um ataque de ransomware que criptografou dados em várias máquinas. Felizmente, os backups foram detectados e isolados. Após conter o ataque, o comitê de TI precisa ativar o plano de contingência para restaurar operações críticas no menor tempo possível. Eles já haviam definido objetivos de tempo máximo tolerável de indisponibilidade e ponto de recuperação aceitável.
Nesse cenário, a sequência lógica de etapas no plano de contingência/recuperação que está mais alinhada com boas práticas é
Anotificar os usuários \to restaurar os backups \to ativar plano de contingência \to validar operações.
Brestaurar ambientes de teste \to ativar plano \to migrar para produção.
Cnotificar stakeholders\to ativar plano de contingência \to restaurar os backups\to testar operações (validação) \to retorno ao ambiente normal.
Dativar plano de contingência \to restaurar os backups\to imediatamente retornar ao ambiente normal.
Erestaurar backups\to notificar stakeholders\to fazer auditoria forense \to retomar operações.
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GabaritoC — notificar stakeholders \to ativar plano de contingência \to restaurar os backups \to testar operações (validação) \to retorno ao ambiente normal.
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Plano de Contingência e Recuperação de Desastres
Gabarito: letra C. A sequência correta segue o ciclo de resposta a incidentes: notificar stakeholders, ativar o plano de contingência, restaurar os backups, testar/validar as operações e, só então, retornar ao ambiente normal. Essa ordem está alinhada com as boas práticas de continuidade de negócios, que priorizam a comunicação, a execução controlada do plano e a validação antes da retomada plena.
O cenário descreve um ataque de ransomware, um tipo de malware que criptografa dados e exige resgate. A resposta a esse incidente envolve a ativação do plano de contingência, que é um conjunto de procedimentos documentados para restaurar operações críticas após uma interrupção. O plano de contingência é parte do Plano de Continuidade de Negócios (PCN), que, por sua vez, é um conjunto de estratégias para garantir que os serviços essenciais sejam preservados após um desastre, até o retorno à normalidade.
A sequência lógica de etapas em um plano de contingência segue uma lógica de "comunicar, agir, restaurar, validar e normalizar". Primeiro, é preciso notificar os stakeholders (partes interessadas) sobre o incidente, para que todos estejam cientes e possam agir de forma coordenada. Em seguida, ativa-se o plano de contingência, que define as ações a serem tomadas, os responsáveis e os recursos necessários. Depois, restaura-se os backups, que são cópias de segurança dos dados. Após a restauração, é fundamental testar e validar as operações para garantir que os dados estão íntegros e que os sistemas funcionam corretamente. Somente após essa validação, a organização pode retornar ao ambiente normal de operação.
A alternativa C é a única que apresenta essa sequência completa e lógica. As demais alternativas apresentam falhas, como pular etapas essenciais (validação), inverter a ordem (restaurar antes de ativar o plano) ou incluir etapas desnecessárias (auditoria forense antes de retomar as operações).
A banca explora a confusão entre as etapas de um plano de contingência e a falta de atenção à necessidade de validação antes do retorno à normalidade. É importante lembrar que a validação é uma etapa crítica, pois garante que a restauração foi bem-sucedida e que os dados estão íntegros.
1Notificar stakeholders
2Ativar plano
3Restaurar backups
4Testar/validar
5Retorno ao normal
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Alternativa A — ❌ Incorreta
Esta alternativa começa com "notificar os usuários", o que é uma ação importante, mas não é o primeiro passo. O primeiro passo deve ser notificar os stakeholders (partes interessadas), que incluem a alta direção, equipes de resposta e, em alguns casos, órgãos reguladores. Além disso, a alternativa coloca "ativar plano de contingência" depois de "restaurar os backups", o que está invertido. O plano deve ser ativado antes da restauração, pois ele define como a restauração deve ser feita. Por fim, a alternativa termina com "validar operações", mas não menciona o retorno ao ambiente normal, que é a etapa final.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Esta alternativa é muito incompleta. Ela começa com "restaurar ambientes de teste", o que não é uma etapa inicial de um plano de contingência. Ambientes de teste são usados para validar a restauração, mas não são o primeiro passo. Em seguida, "ativar plano" e "migrar para produção" são etapas vagas e não incluem a notificação aos stakeholders, a restauração dos backups e a validação das operações. A sequência apresentada não segue a lógica de resposta a incidentes.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Esta alternativa apresenta a sequência completa e lógica: notificar stakeholders, ativar o plano de contingência, restaurar os backups, testar operações (validação) e retornar ao ambiente normal. Essa ordem está alinhada com as boas práticas de continuidade de negócios, que priorizam a comunicação, a execução controlada do plano, a restauração dos dados, a validação da integridade e a retomada plena das operações. A notificação aos stakeholders é o primeiro passo para coordenar a resposta. A ativação do plano define as ações e responsabilidades. A restauração dos backups recupera os dados. O teste/validação garante que a restauração foi bem-sucedida. E o retorno ao ambiente normal é a etapa final.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Esta alternativa pula a etapa de validação. Ela diz "ativar plano de contingência, restaurar os backups, imediatamente retornar ao ambiente normal". Isso é um erro grave, pois sem testar e validar as operações, a organização pode retornar ao ambiente normal com dados corrompidos ou sistemas com falhas, o que pode causar novos problemas. A validação é uma etapa essencial para garantir a integridade dos dados e o funcionamento correto dos sistemas.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Esta alternativa começa com "restaurar backups", o que está invertido. O plano de contingência deve ser ativado antes da restauração. Além disso, ela inclui "fazer auditoria forense" antes de "retomar operações". A auditoria forense é uma etapa importante, mas geralmente é realizada após a estabilização do ambiente, não antes da retomada das operações. A prioridade é restaurar os serviços críticos o mais rápido possível, e a auditoria forense pode ser feita em paralelo ou após a retomada. A alternativa também não menciona a notificação aos stakeholders nem a validação das operações.