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Questão de Segurança da Informação — Aquisição, Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas de Informação — FCC 2026

Segurança da InformaçãoAquisição, Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas de Informação
Código
fc142070
Banca
FCC
Órgão
ALERR
Ano
2026
Cargo
Ana Leg ( )
A Assembleia Legislativa precisa contratar o desenvolvimento de um sistema de gestão parlamentar sob demanda e garantir sua sustentação contínua. O Analista de Segurança deve estruturar o modelo contratual que melhor equilibre controle técnico, conformidade e economicidade. A solução adequada prevê que
  1. Ao desenvolvimento sob demanda seja contratado via fábrica de software com métrica de ponto de função, a sustentação seja objeto de contrato autônomo com ANS por severidade, e a escolha entre IaaS e PaaS seja orientada pelo nível de controle operacional que o órgão pretende manter sobre o ambiente.
  2. Bo sistema seja desenvolvido sob demanda com entrega por sprints documentados, a sustentação seja incorporada ao contrato de desenvolvimento para simplificar a gestão e a infraestrutura seja contratada via SaaS para eliminar a necessidade de gerenciamento de plataforma pela equipe interna.
  3. Co desenvolvimento seja contratado como software sob demanda via fábrica de software, com entregas medidas por pontos de função, e a sustentação seja coberta por contrato SaaS com o mesmo fornecedor, unificando responsabilidades técnicas e contratuais.
  4. Do licenciamento de software pronto cubra as funcionalidades parlamentares, com customizações entregues pela fábrica de software sob contrato separado, e a infraestrutura seja provisionada via IaaS para manter o controle do ambiente pelo órgão.
  5. Ea fábrica de software desenvolva o sistema sob demanda com métricas de produtividade por ponto de função, a sustentação seja contratada separadamente com SLA definido por severidade de chamados e a infraestrutura seja provisionada via PaaS para reduzir a gestão operacional.
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GabaritoA — o desenvolvimento sob demanda seja contratado via fábrica de software com métrica de ponto de função, a sustentação seja objeto de contrato autônomo com ANS por severidade, e a escolha entre IaaS e PaaS seja orientada pelo nível de controle operacional que o órgão pretende manter sobre o ambiente.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Contratação de software sob demanda: fábrica de software, sustentação e infraestrutura

Gabarito: letra A. A solução mais adequada combina três decisões: (1) desenvolvimento sob demanda via fábrica de software com métrica de ponto de função, (2) sustentação em contrato autônomo com Acordo de Nível de Serviço (ANS) por severidade, e (3) escolha entre IaaS e PaaS orientada pelo nível de controle operacional desejado. Essa estrutura equilibra controle técnico, conformidade e economicidade, pois separa as responsabilidades de desenvolvimento, manutenção e infraestrutura, permitindo gestão específica de cada frente.

O enunciado trata de um desafio comum na administração pública: contratar desenvolvimento de software sob demanda e garantir sua sustentação contínua. A expressão "sob demanda" indica que o órgão não contrata um projeto fechado, mas sim um serviço contínuo de desenvolvimento, no qual as demandas são solicitadas conforme a necessidade. Nesse modelo, a fábrica de software é a estrutura contratada que fornece equipes para desenvolver, manter e evoluir sistemas, e a métrica de ponto de função é o método mais utilizado para dimensionar o tamanho funcional do software, servindo de base para a medição de produtividade e para o pagamento por entrega.

A sustentação é a atividade de manter o sistema em operação, corrigindo defeitos, atendendo chamados e garantindo a disponibilidade. Contratá-la de forma autônoma, com ANS por severidade, é uma prática recomendada porque permite definir níveis de serviço específicos para cada tipo de incidente (crítico, alto, médio, baixo), com prazos de atendimento e solução distintos. Isso dá ao órgão controle sobre a qualidade do serviço e permite cobrar penalidades em caso de descumprimento. Incorporar a sustentação ao contrato de desenvolvimento, como propõe a alternativa B, simplifica a gestão contratual, mas mistura responsabilidades e dificulta a avaliação de desempenho de cada atividade, além de criar risco de conflito de interesses.

A escolha entre IaaS (Infraestrutura como Serviço) e PaaS (Plataforma como Serviço) é uma decisão estratégica que depende do nível de controle operacional que o órgão pretende manter. No IaaS, o contratante gerencia o sistema operacional, o middleware e o runtime, tendo maior controle sobre o ambiente, mas também maior responsabilidade de gestão. No PaaS, o provedor gerencia a plataforma, reduzindo a carga operacional, mas limitando o controle. A alternativa A captura exatamente essa lógica: a escolha deve ser orientada pelo nível de controle desejado, não por uma preferência genérica por um ou outro modelo.

A alternativa E, embora correta em parte (fábrica de software com ponto de função e sustentação com SLA por severidade), erra ao afirmar que a infraestrutura deve ser provisionada via PaaS para "reduzir a gestão operacional". Essa afirmação é uma generalização: a redução da gestão operacional é uma vantagem do PaaS, mas não é o único critério de decisão. O órgão pode precisar de mais controle (IaaS) por questões de segurança, conformidade ou integração com sistemas legados. A alternativa A é mais completa porque condiciona a escolha ao nível de controle desejado, que é o fator determinante.

A alternativa C também apresenta um erro sutil: propõe que a sustentação seja coberta por um contrato SaaS (Software como Serviço) com o mesmo fornecedor. SaaS é um modelo de entrega de software pronto, no qual o fornecedor disponibiliza o aplicativo pela internet, geralmente por assinatura. Não faz sentido contratar SaaS para sustentar um software desenvolvido sob demanda por uma fábrica de software: o SaaS é um produto pronto, não um serviço de manutenção. A sustentação deve ser contratada como um serviço separado, com ANS, e não como um SaaS.

A alternativa D propõe licenciar software pronto e contratar a fábrica de software apenas para customizações. Essa abordagem pode ser válida em alguns casos, mas não atende ao requisito de "desenvolvimento sob demanda" do enunciado, que pressupõe um desenvolvimento contínuo e não apenas customizações pontuais. Além disso, a alternativa D não menciona a sustentação, que é um requisito explícito do problema.

A alternativa B, além de incorporar a sustentação ao contrato de desenvolvimento (o que é inadequado), propõe contratar a infraestrutura via SaaS para "eliminar a necessidade de gerenciamento de plataforma pela equipe interna". Essa afirmação é exagerada: mesmo com SaaS, a equipe interna ainda precisa gerenciar a integração, a configuração, a segurança dos dados e o relacionamento com o fornecedor. Não há eliminação total da gestão.

Portanto, a alternativa A é a única que apresenta uma estrutura contratual completa e coerente, abordando os três pilares (desenvolvimento, sustentação e infraestrutura) com as práticas recomendadas: fábrica de software com ponto de função, sustentação autônoma com ANS por severidade e escolha de infraestrutura baseada no controle operacional desejado.

Critério

Alternativa A (Gabarito)

Alternativa E (Distrator principal)

Desenvolvimento

Fábrica de software com métrica de ponto de função

Fábrica de software com métrica de ponto de função

Sustentação

Contrato autônomo com ANS por severidade

Contrato separado com SLA por severidade

Infraestrutura

Escolha entre IaaS e PaaS orientada pelo nível de controle operacional desejado

PaaS para reduzir a gestão operacional (generalização)

Critério decisivo

Condiciona a escolha ao controle desejado (fator determinante)

Escolhe PaaS por vantagem genérica, sem considerar o controle

1Desenvolvimento
Fábrica de software
Métrica: ponto de função
2Sustentação
Contrato autônomo
ANS por severidade
3Infraestrutura
IaaS (maior controle)
PaaS (menos gestão)
Contratação de software sob demanda
LEVELsoulevel.com.br
Contratação de software sob demanda: Desenvolvimento (Fábrica de software, Métrica: ponto de função); Sustentação (Contrato autônomo, ANS por severidade); Infraestrutura (IaaS (maior controle), PaaS (menos gestão))

Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A alternativa A está correta porque apresenta uma estrutura contratual completa e alinhada às boas práticas. O desenvolvimento sob demanda via fábrica de software com métrica de ponto de função é o modelo padrão para contratação de desenvolvimento contínuo, permitindo medir e pagar pelo tamanho funcional entregue. A sustentação em contrato autônomo com ANS por severidade é a prática recomendada para garantir níveis de serviço adequados a cada tipo de incidente. E a escolha entre IaaS e PaaS orientada pelo nível de controle operacional é a decisão correta, pois cada modelo oferece um equilíbrio diferente entre controle e gestão.

Alternativa B — ❌ Incorreta

A alternativa B erra ao propor que a sustentação seja incorporada ao contrato de desenvolvimento. Essa abordagem mistura responsabilidades e dificulta a avaliação de desempenho, além de criar risco de conflito de interesses. A sustentação deve ser contratada separadamente, com ANS próprio. Além disso, a alternativa B propõe contratar a infraestrutura via SaaS para "eliminar a necessidade de gerenciamento de plataforma", o que é uma afirmação exagerada: mesmo com SaaS, a equipe interna ainda precisa gerenciar integração, configuração e segurança.

Alternativa C — ❌ Incorreta

A alternativa C erra ao propor que a sustentação seja coberta por um contrato SaaS com o mesmo fornecedor. SaaS é um modelo de entrega de software pronto, não um serviço de manutenção. A sustentação de um software desenvolvido sob demanda deve ser contratada como um serviço separado, com ANS, e não como um SaaS. Além disso, unificar responsabilidades técnicas e contratuais em um único fornecedor pode reduzir a flexibilidade e aumentar o risco de dependência.

Alternativa D — ❌ Incorreta

A alternativa D erra ao propor o licenciamento de software pronto como base, com customizações entregues pela fábrica de software. Essa abordagem não atende ao requisito de "desenvolvimento sob demanda" do enunciado, que pressupõe um desenvolvimento contínuo e não apenas customizações pontuais. Além disso, a alternativa D não menciona a sustentação, que é um requisito explícito do problema.

Alternativa E — ❌ Incorreta

A alternativa E erra ao afirmar que a infraestrutura deve ser provisionada via PaaS para "reduzir a gestão operacional". Essa é uma generalização: a redução da gestão operacional é uma vantagem do PaaS, mas não é o único critério de decisão. O órgão pode precisar de mais controle (IaaS) por questões de segurança, conformidade ou integração. A alternativa E acerta ao propor fábrica de software com ponto de função e sustentação com SLA por severidade, mas erra na escolha da infraestrutura, que deve ser condicionada ao nível de controle desejado, não a uma preferência genérica.

NÃO CAIA NESSA!

A banca explora a confusão entre os modelos de serviço em nuvem. O candidato pode achar que PaaS é sempre melhor por "reduzir a gestão", mas a decisão correta depende do nível de controle que o órgão deseja manter. A alternativa E usa essa armadilha ao afirmar que a infraestrutura deve ser PaaS para reduzir a gestão, sem considerar o controle. A alternativa A é a única que condiciona a escolha ao fator determinante: o nível de controle operacional.

PEGA ESSA DICA!

Para questões de contratação de software, lembre-se do tripé: desenvolvimento (fábrica de software + ponto de função), sustentação (contrato autônomo + ANS por severidade) e infraestrutura (IaaS vs PaaS, decidido pelo controle desejado). Essa estrutura é recorrente em provas de TI para órgãos públicos.

Gabarito: letra A

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