Questão de Matemática — Frações e Dízimas Periódicas — FCC 2024
- Código
- fc146982
- Banca
- FCC
- Órgão
- TRT 7
- Ano
- 2024
- Cargo
- AJ TRT7
- A1206
- B1560
- C1456
- D1196
- E1096
GabaritoE — 1096
Gabarito: letra E — a conta chega a 1096 processos — alternativa E.
Uma fração de um todo indica quantas partes de um total foram tomadas: se 1/7 dos processos são ambientais, isso significa que, a cada 7 processos, 1 é ambiental. O valor absoluto (260) é uma parte desse todo, e a fração nos diz qual proporção do todo essa parte representa. Para achar o todo, usamos a relação: parte = fração × todo.
A relação fundamental é: parte = fração × todo. Se conhecemos a parte e a fração, o todo é parte ÷ fração. Quando somamos frações de um mesmo todo, podemos somar os numeradores se os denominadores forem iguais; caso contrário, precisamos de um denominador comum. Aqui, as frações 1/5 e 1/7 têm denominadores diferentes, então não podem ser somadas diretamente — mas podemos calcular cada parte separadamente e depois somar os valores absolutos.
Esta questão cobra exatamente essa relação: descobrir o total a partir de uma fração e um valor absoluto, depois usar a condição de mínimo para maximizar outra categoria. O passo crítico é não confundir o valor absoluto com o total.
1/5 dos processos são trabalhistas
1/7 dos processos são ambientais
260 processos ambientais
pelo menos 100 processos tributários
O que queremos: a quantidade máxima de processos regulatórios
Precisamos do total para calcular as outras categorias. O enunciado nos dá uma fração (1/7) e o valor absoluto correspondente (260). Se 1/7 do total é 260, então o total é 7 vezes 260.
Por que esta fórmula: A relação parte = fração × todo pode ser rearranjada para todo = parte ÷ fração. Como a fração é 1/7, dividir por 1/7 é o mesmo que multiplicar por 7.
De onde vem cada valor: = enunciado: 260 processos ambientais · = enunciado: 1/7 dos processos são ambientais
Calcular 260 ÷ 7 em vez de 260 × 7 — isso daria um total menor que a parte, o que é impossível.
Com o total em mãos, podemos achar quantos são trabalhistas, pois sabemos que eles representam 1/5 do total. Isso é necessário para depois subtrair do total e obter os restantes.
Por que esta fórmula: Usamos a mesma relação parte = fração × todo, agora com a fração 1/5.
De onde vem cada valor: = enunciado: 1/5 dos processos são trabalhistas · = passo 1: total de processos
Calcular 1/5 de 260 (achando 52) — 260 é só a parte ambiental, não o total.
Para saber quantos processos sobram para as outras duas categorias, precisamos subtrair do total os que já conhecemos: trabalhistas e ambientais. Somar primeiro facilita a subtração.
Por que esta fórmula: Soma direta de valores absolutos: 364 + 260.
De onde vem cada valor: = passo 2: processos trabalhistas · = enunciado: processos ambientais
Esquecer de somar os ambientais e subtrair apenas os trabalhistas do total.
Os processos restantes são os que não são nem trabalhistas nem ambientais, ou seja, regulatórios ou tributários. Essa quantidade é o total menos a soma que acabamos de fazer.
Por que esta fórmula: Subtração direta: total - soma das categorias conhecidas.
De onde vem cada valor: = passo 1: total de processos · = passo 3: soma de trabalhistas e ambientais
Parar aqui e achar que 1196 é a resposta — falta aplicar a condição dos tributários.
Queremos o máximo de regulatórios. Como a soma R + Trib é fixa (1196), para maximizar R devemos minimizar Trib. O enunciado diz que há pelo menos 100 tributários, então o mínimo é exatamente 100.
Por que esta fórmula: R = (R + Trib) - Trib, com Trib no valor mínimo.
De onde vem cada valor: = passo 4: soma de regulatórios e tributários · = enunciado: pelo menos 100 tributários
Usar um valor maior que 100 para tributários, o que reduziria os regulatórios — não é o máximo.
Resposta: 1096 processos — alternativa E
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