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Questão de Segurança da Informação — Gestão de Identidade e Acesso (IAM, IdP e Identidade Federada) — FCC 2024

Segurança da InformaçãoGestão de Identidade e Acesso (IAM, IdP e Identidade Federada)
Código
fc147384
Banca
FCC
Órgão
SEAD PI
Ano
2024
Cargo
Ana Gov ( )
Uma organização está preocupada com o acesso a informações sensíveis e está implementando um sistema de Gerenciamento de identidade e Acesso (IAM) que requer uma autenticação robusta e avançada para acessar sistemas críticos. Nessa organização, é uma prática essencial para garantir a integridade do IAM
  1. Aa gestão de vulnerabilidades de software,
  2. Ba autenticação baseada em certificados digitais.
  3. Ca criação de políticas de segurança de senhas,
  4. Da implementação de VPN para acesso remoto.
  5. Eouso de Firewalls de Próxima Geração (NGFW)
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GabaritoB — a autenticação baseada em certificados digitais.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Gerenciamento de Identidade e Acesso (IAM) e Autenticação Robusta

Gabarito: letra B. A autenticação baseada em certificados digitais é a prática essencial para garantir a integridade do IAM quando se exige autenticação robusta e avançada para sistemas críticos, pois os certificados digitais fornecem um nível de garantia de identidade muito superior a senhas, alinhando-se diretamente ao conceito de autenticação forte (algo que o usuário possui, com vínculo criptográfico a uma autoridade certificadora). As demais alternativas, embora sejam controles de segurança importantes, não são o núcleo do IAM nem respondem especificamente à exigência de autenticação avançada.

O Gerenciamento de Identidade e Acesso (IAM) é a prática de garantir que pessoas e entidades com identidades digitais tenham o nível certo de acesso aos recursos da empresa, como redes e bancos de dados. Ele gerencia o ciclo de vida completo das identidades e direitos do usuário, abrangendo duas funções principais: a autenticação (confirmar quem o usuário é) e a autorização (definir o que o usuário autenticado pode acessar). A autenticação é o processo de verificação da identidade, e sua robustez é medida pelos fatores utilizados: algo que você sabe (senha), algo que você possui (token, smartphone, certificado digital) e algo que você é (biometria).

Quando o enunciado fala em "autenticação robusta e avançada" para "sistemas críticos", ele aponta diretamente para a necessidade de um fator de autenticação forte, que vá além da simples senha. Nesse contexto, o certificado digital se destaca como a prática essencial: ele é um documento eletrônico que associa uma identidade a uma chave criptográfica, emitido por uma Autoridade Certificadora (AC) dentro de uma infraestrutura de chaves públicas (ICP). A autenticação por certificado digital é considerada robusta porque:

  • Baseia-se em criptografia assimétrica, onde o usuário possui uma chave privada (personalíssima) e uma chave pública (divulgada).

  • A posse da chave privada é o fator de autenticação (algo que você possui), e o certificado atesta a ligação entre essa chave e a identidade do usuário.

  • É imune a ataques de interceptação de senha (phishing, keylogger), pois a senha nunca trafega pela rede.

  • Permite autenticação mútua, onde tanto o cliente quanto o servidor podem verificar a identidade um do outro.

A banca explora a confusão entre "controles de segurança em geral" e "práticas essenciais do IAM". As alternativas A, C, D e E são controles de segurança válidos, mas não são o coração do IAM nem respondem à exigência de autenticação avançada. A gestão de vulnerabilidades (A) é um processo de segurança da informação; a política de senhas (C) é um controle de autenticação, mas baseado em fator fraco (algo que você sabe); a VPN (D) é um mecanismo de rede para acesso remoto seguro; e o NGFW (E) é um equipamento de segurança de perímetro. Nenhum deles é a prática essencial para garantir a integridade do IAM quando o requisito é autenticação robusta e avançada.

Guarde a fronteira: o IAM trata de quem pode acessar o quê (identidade, autenticação e autorização). A autenticação robusta é o pilar que garante que a identidade verificada é realmente de quem diz ser. O certificado digital é o mecanismo que eleva essa verificação a um nível de segurança adequado para sistemas críticos. É exatamente nessa fronteira que as alternativas se dividem.

IAM (Gerenciamento de Identidade e Acesso)
  • 1Funções centrais
    • Autenticação (quem é você?)
    • Autorização (o que você pode acessar?)
  • 2Fatores de autenticação
    • Algo que você sabe (senha)
    • Algo que você possui (token, certificado)
    • Algo que você é (biometria)
  • 3Autenticação robusta
    • Certificado digital
      • Chave privada (posse)
      • Chave pública (divulgada)
      • Emitido por Autoridade Certificadora
      • Imune a phishing/keylogger
      • Autenticação mútua
    • Senha (fator fraco)
      • Vulnerável a força bruta
      • Vulnerável a phishing
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Alternativa A — ❌ Incorreta

A gestão de vulnerabilidades de software é um processo de segurança da informação que visa identificar, classificar e corrigir falhas em sistemas e aplicações. Embora seja importante para a segurança como um todo, ela não é uma prática essencial do IAM nem responde à exigência de autenticação robusta. A gestão de vulnerabilidades é um controle de segurança da informação, não um mecanismo de autenticação.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A autenticação baseada em certificados digitais é a prática essencial para garantir a integridade do IAM quando se exige autenticação robusta e avançada. O certificado digital é um fator de autenticação forte (algo que o usuário possui), emitido por uma Autoridade Certificadora, que vincula a identidade do usuário a uma chave criptográfica. Ele garante a autenticidade da identidade de forma muito mais segura que senhas, sendo adequado para sistemas críticos. O certificado digital é um dos mecanismos de autenticação mais robustos disponíveis, pois combina posse (chave privada) com criptografia assimétrica, e é amplamente utilizado em ambientes que exigem alto nível de segurança.

Alternativa C — ❌ Incorreta

A criação de políticas de segurança de senhas é um controle de autenticação, mas baseado em fator fraco (algo que você sabe). Embora seja uma prática importante do IAM, ela não atende à exigência de autenticação "robusta e avançada" para sistemas críticos. Senhas, mesmo fortes, são vulneráveis a ataques de phishing, força bruta e keylogger. A política de senhas é um controle complementar, mas não é a prática essencial quando o requisito é autenticação avançada.

Alternativa D — ❌ Incorreta

A implementação de VPN (Virtual Private Network) para acesso remoto é um mecanismo de segurança de rede que cria um túnel criptografado entre o usuário e a rede corporativa. Ela protege o tráfego de dados em trânsito, mas não é uma prática essencial do IAM nem um mecanismo de autenticação. A VPN garante a confidencialidade e integridade do canal de comunicação, mas não verifica a identidade do usuário de forma robusta. É um controle de rede, não de identidade.

Alternativa E — ❌ Incorreta

O uso de Firewalls de Próxima Geração (NGFW) é um controle de segurança de perímetro que inspeciona o tráfego de rede e aplica políticas de segurança. Embora seja importante para a segurança da rede, não é uma prática essencial do IAM nem um mecanismo de autenticação. O NGFW atua na camada de rede, filtrando pacotes e bloqueando ameaças, mas não gerencia identidades nem verifica a autenticidade dos usuários. É um controle de rede, não de identidade.

NÃO CAIA NESSA!

A banca mistura controles de segurança de diferentes domínios (rede, vulnerabilidade, perímetro) com práticas essenciais do IAM. O candidato que não domina o conceito de IAM pode cair na alternativa C (política de senhas), que parece relacionada à autenticação, mas não atende ao requisito de "robusta e avançada". A chave é identificar que o enunciado pede autenticação forte, e o certificado digital é o único mecanismo que se enquadra nesse nível de segurança.

PEGA ESSA DICA!

Para questões de IAM, foque nas funções centrais: autenticação (verificar quem é) e autorização (definir o que pode acessar). Quando o enunciado pedir "autenticação robusta/avançada", procure a alternativa que envolva fatores fortes (certificado digital, biometria, token, MFA). Controles como firewall, VPN e gestão de vulnerabilidades são de outros domínios de segurança.

Gabarito: letra B

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