Questão de Matemática — Proporções. Grandezas Proporcionais. Divisão em Partes Proporcionais — FCC 2025
- Código
- fc149926
- Banca
- FCC
- Órgão
- CBM AP
- Ano
- 2025
- Cargo
- Of ( )
- AR$2.520,00.
- BR$1.800,00.
- CR$1.890,00,
- DR$1.960,00,
- ER$2.340,00,
GabaritoC — R$1.890,00,
Gabarito: letra C — a conta chega a R$ 1.890,00 — alternativa C.
Dividir uma quantia em partes diretamente proporcionais a certos números significa que cada parte recebida é igual ao número correspondente multiplicado por uma mesma constante. Essa constante, chamada de constante de proporcionalidade, é o valor de cada unidade do critério — aqui, o valor pago por hora trabalhada.
Se as partes são proporcionais às horas, então parte = k × horas, com o mesmo k para todos. Uma consequência prática: a diferença entre duas partes também é proporcional à diferença entre as horas correspondentes. Assim, se 2 horas a mais geram R$ 180,00 a mais, cada hora vale R$ 90,00 — e o total é k vezes o total de horas.
Esta questão dá exatamente a diferença entre dois oficiais (R$ 180,00) e a diferença de horas entre eles (2 h), o que permite achar k de imediato. Depois, com k e o valor recebido por um oficial, descobrimos as horas de cada um e somamos para obter o total.
um oficial recebe R$ 810,00
oficial que trabalhou 7 horas recebe R$ 180,00 a mais que o de 5 horas
divisão diretamente proporcional às horas trabalhadas
O que queremos: a quantia total dividida entre os três oficiais
Como a divisão é diretamente proporcional, a diferença entre o que dois oficiais recebem é proporcional à diferença entre suas horas. O enunciado dá exatamente essa diferença: o de 7h recebe R$ 180,00 a mais que o de 5h. Então, 2 horas a mais correspondem a R$ 180,00 a mais — isso revela o valor de uma hora.
Por que esta fórmula: A constante de proporcionalidade k é o valor de cada unidade (cada hora). Como a diferença de 2 horas gera diferença de R$ 180,00, dividimos a diferença de valores pela diferença de horas.
De onde vem cada valor: = enunciado: R$ 180,00 a mais · = enunciado: oficial que trabalhou 7 horas · = enunciado: oficial que trabalhou 5 horas
= R$ 90,00 por hora
Somar 7 + 5 = 12 e dividir 180 por 12, achando R$ 15,00 por hora — isso ignora que a diferença é entre as horas, não a soma.
Com o valor de cada hora (k = 90), podemos descobrir quantas horas trabalhou o oficial que recebeu R$ 810,00. Isso é necessário para saber o total de horas trabalhadas pelos três.
Por que esta fórmula: Como parte = k × horas, então horas = parte ÷ k. Aqui, a parte é R$ 810,00 e k é R$ 90,00 por hora.
De onde vem cada valor: = enunciado: um oficial recebe R$ 810,00 · = passo 1: R$ 90,00 por hora
Achar que o oficial que recebeu R$ 810,00 é o de 7h ou o de 5h — mas o enunciado não diz isso; é preciso calcular.
O valor total a dividir é k vezes o total de horas. Já temos as horas de dois oficiais (5h e 7h) e acabamos de descobrir a do terceiro (9h). Somar essas horas dá o total.
Por que esta fórmula: O total de horas é simplesmente a soma das horas individuais, pois cada oficial trabalhou um certo número de horas e todos foram pagos pela mesma taxa.
De onde vem cada valor: = enunciado: oficial que trabalhou 5 horas · = enunciado: oficial que trabalhou 7 horas · = passo 2: horas do oficial que recebeu R$ 810,00
Esquecer de incluir as horas do oficial que recebeu R$ 810,00 e somar apenas 5 + 7 = 12 horas.
Com o total de horas e o valor de cada hora, o valor total a dividir é o produto dos dois. Esse é o passo final para responder à pergunta.
Por que esta fórmula: Como cada hora vale R$ 90,00 e são 21 horas, o total é 21 × 90.
De onde vem cada valor: = passo 3: 21 horas · = passo 1: R$ 90,00 por hora
= R$ 1.890,00
Multiplicar 12 × 90 = 1080, esquecendo as horas do terceiro oficial.
Resposta: R$ 1.890,00 — alternativa C
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