Questão de Segurança da Informação — Conceitos, Princípios e Atributos da Segurança da Informação — FCC 2025
Segurança da Informação›Conceitos, Princípios e Atributos da Segurança da Informação
Código
fc150676
Banca
FCC
Órgão
TRT 6
Ano
2025
Cargo
TJ TRT6
Considera-se que a relação entre ameaças e vulnerabilidades corresponde ao fato de que
Avulnerabilidades exploram ameaças.
Bameaças exploram vulnerabilidades.
Cameaças evitam vulnerabilidades.
Dvulnerabilidades são sinônimos de ameaças.
Eameaças anulam vulnerabilidades.
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GabaritoB — ameaças exploram vulnerabilidades.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Ameaças e vulnerabilidades: a relação de exploração
Gabarito: letra B. A relação correta entre os dois conceitos é que ameaças exploram vulnerabilidades: a vulnerabilidade é a fraqueza (o "buraco" no sistema) e a ameaça é o agente que tem o potencial de causar dano, aproveitando-se dessa fraqueza. Essa é a definição clássica adotada pelas bancas e pela norma ABNT NBR ISO/IEC 27002, que trata da gestão de riscos de segurança da informação.
Para entender bem essa questão, é preciso dominar quatro conceitos fundamentais que andam juntos na segurança da informação: ameaça, vulnerabilidade, risco e impacto. Eles formam uma cadeia lógica: a ameaça (algo que tem potencial de causar dano) explora a vulnerabilidade (a fraqueza) e, quando isso acontece, gera um risco (a probabilidade de algo ruim acontecer) que, se concretizado, causa um impacto (o dano real).
A ameaça é qualquer coisa que possa explorar uma vulnerabilidade, intencional ou acidentalmente, para causar dano a um ativo. Pode ser um hacker, um malware, um desastre natural, um erro humano, etc. A vulnerabilidade é a fragilidade, a brecha, a falha de segurança que permite que a ameaça se concretize. Por exemplo: um sistema operacional desatualizado é uma vulnerabilidade; um malware que explora essa falha é a ameaça.
O risco é a probabilidade de que uma ameaça explore uma vulnerabilidade e cause um dano. É a medida da incerteza. Já o impacto é a extensão do dano causado quando o risco se concretiza. A gestão de riscos, portanto, busca identificar as vulnerabilidades, avaliar as ameaças e implementar controles para reduzir a probabilidade e o impacto.
A banca explora exatamente a confusão entre esses termos. A pegadinha clássica é inverter o sujeito e o objeto da ação: dizer que "vulnerabilidades exploram ameaças" quando o correto é o contrário. Outra pegadinha comum é tratar ameaça e vulnerabilidade como sinônimos, quando são conceitos distintos e complementares.
Guarde a cadeia lógica: ameaça → explora → vulnerabilidade → gera → risco → causa → impacto. É exatamente essa relação que as alternativas tentam distorcer.
1Ameaça
2Explora
3Vulnerabilidade
4Gera risco
5Causa impacto
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Alternativa A — ❌ Incorreta
Inverte a relação. A vulnerabilidade é a fraqueza passiva, o alvo; quem explora é a ameaça. A frase correta seria "ameaças exploram vulnerabilidades". A banca troca o sujeito da ação para confundir o candidato.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Esta é a definição correta. A ameaça é o agente que tem o potencial de causar dano e, para isso, explora uma vulnerabilidade existente. É a relação fundamental da segurança da informação: sem vulnerabilidade, a ameaça não encontra por onde atacar; sem ameaça, a vulnerabilidade é apenas uma fraqueza latente.
Alternativa C — ❌ Incorreta
A ameaça não evita vulnerabilidades; ela as procura e as explora. "Evitar" seria o papel de um controle de segurança, não de uma ameaça. A banca usa um verbo que inverte completamente a lógica da relação.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Ameaça e vulnerabilidade são conceitos distintos e complementares, não sinônimos. A ameaça é o agente causador de dano potencial; a vulnerabilidade é a fraqueza que permite o dano. Confundi-los é um erro conceitual grave.
Alternativa E — ❌ Incorreta
A ameaça não anula vulnerabilidades; ela as explora. "Anular" seria o efeito de um controle corretivo ou preventivo, não de uma ameaça. A banca usa um verbo que indica o oposto da relação real.
NÃO CAIA NESSA!
A banca adora inverter o sujeito e o objeto da relação entre ameaça e vulnerabilidade. Nas alternativas A, C e E, ela troca o verbo "explorar" por "evitar" ou "anular", e na A inverte quem explora quem. A chave é lembrar: a ameaça é o agente ativo que busca a fraqueza (vulnerabilidade) para causar dano. Com esse raciocínio, você elimina as quatro erradas de uma vez.