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Questão de Segurança da Informação — Autorização e Controle de Acesso (RBAC, ABAC, MAC, DAC e ACL) — FCC 2025

Segurança da InformaçãoAutorização e Controle de Acesso (RBAC, ABAC, MAC, DAC e ACL)
Código
fc150700
Banca
FCC
Órgão
TRT 1
Ano
2025
Cargo
TJ TRT1

No contexto de Identity and Access Management (IAM) em ambientes de nuvem, a Autorização refere-se ao processo que determina quais recursos um usuário pode acessar e sob quais condições. Um dos modelos mais utilizados para gerenciar permissões em serviços de nuvem, atribui direitos de acesso com base nas funções desempenhadas pelos usuários dentro da organização. Esse modelo é conhecido como:

  1. APosition-Based Access Control (PBAC).
  2. BTask-Based Access Control (TBAC).
  3. CFeature-Based Access Control (FBAC).
  4. DMission-Based Access Control (MBAC).
  5. ERole-Based Access Control (RBAC).
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GabaritoE — Role-Based Access Control (RBAC).

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Controle de Acesso Baseado em Funções (RBAC)

Gabarito: letra E. O modelo que atribui direitos de acesso com base nas funções (papéis) desempenhadas pelos usuários dentro da organização é o Role-Based Access Control (RBAC) — em português, Controle de Acesso Baseado em Funções. É o modelo mais difundido em serviços de nuvem e sistemas corporativos, pois simplifica a administração de permissões ao vincular usuários a papéis organizacionais, e estes às permissões.

O RBAC é um dos quatro grandes modelos de controle de acesso estudados em segurança da informação, ao lado do DAC (Discricionário), MAC (Obrigatório) e ABAC (Baseado em Atributos). A ideia central é simples: em vez de atribuir permissões diretamente a cada usuário (o que seria inviável em organizações grandes), criam-se papéis (roles) que representam funções organizacionais — como "Analista", "Gerente", "Auditor" — e as permissões são concedidas a esses papéis. O usuário, ao ser associado a um papel, herda automaticamente todas as permissões dele. Isso implementa na prática o princípio do menor privilégio: cada usuário recebe apenas os acessos necessários para desempenhar sua função.

A grande vantagem do RBAC é a escalabilidade administrativa. Se um funcionário muda de setor, basta alterar o papel dele no sistema — não é preciso reconfigurar dezenas de permissões individuais. Da mesma forma, quando alguém deixa a empresa, a remoção do papel revoga todos os acessos de uma só vez. Por isso, o RBAC é o modelo padrão em plataformas de nuvem (AWS IAM, Azure AD, Google Cloud IAM) e em sistemas ERP, onde o número de usuários e recursos é enorme.

O RBAC possui variações de implementação, que vão do modelo mais simples ao mais completo: o RBAC0 (modelo base, com usuários, papéis e permissões), o RBAC1 (adiciona hierarquia de papéis, permitindo herança de permissões), o RBAC2 (adiciona restrições, como a separação de funções — SoD) e o RBAC3 (combina hierarquia e restrições). A separação de funções (SoD) é um conceito importante: ela impede que um mesmo usuário execute tarefas conflitantes, como criar e aprovar uma compra, podendo ser estática (SSD — o usuário não pode ter papéis conflitantes) ou dinâmica (DSD — pode ter, mas não pode atuar em ambos na mesma sessão).

A banca explora neste tema a confusão entre os modelos de controle de acesso. O candidato que decora apenas as siglas pode se perder diante de alternativas inventadas como PBAC, TBAC, FBAC e MBAC — que não existem como modelos consagrados na literatura de segurança da informação. O que existe de fato são: DAC (o proprietário do recurso decide), MAC (o sistema decide, com base em rótulos de sensibilidade), RBAC (papéis definem as permissões) e ABAC (atributos dinâmicos do sujeito, objeto, ação e contexto decidem). Guarde essa distinção: é exatamente nela que as alternativas se separam.

1DAC
Proprietário decide
2MAC
Sistema decide
Rótulos de sensibilidade
3RBAC
Papéis/funções decidem
Menor privilégio
4ABAC
Atributos dinâmicos
Contexto (horário, local)
Modelos de controle de acesso
LEVELsoulevel.com.br
Modelos de controle de acesso: DAC (Proprietário decide); MAC (Sistema decide, Rótulos de sensibilidade); RBAC (Papéis/funções decidem, Menor privilégio); ABAC (Atributos dinâmicos, Contexto (horário, local))

Alternativa A — ❌ Incorreta

Position-Based Access Control (PBAC) — sigla inventada. Não existe modelo consagrado de controle de acesso com esse nome na literatura de segurança da informação. A banca cria siglas fictícias para testar se o candidato conhece o nome correto do modelo.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Task-Based Access Control (TBAC) — embora exista o conceito de controle de acesso baseado em tarefas (Task-Based Access Control) em alguns contextos acadêmicos, ele não é o modelo "mais utilizado" em serviços de nuvem e não se baseia em funções organizacionais, mas em tarefas específicas de um fluxo de trabalho. O enunciado descreve claramente o RBAC, que atribui permissões com base nas funções desempenhadas pelos usuários.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Feature-Based Access Control (FBAC) — sigla inventada. Não existe modelo consagrado de controle de acesso com esse nome. É um distrator puro, criado para confundir o candidato que não domina a nomenclatura dos modelos.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Mission-Based Access Control (MBAC) — sigla inventada. Não existe modelo consagrado de controle de acesso com esse nome na literatura de segurança da informação. O termo "missão" pode até aparecer em contextos militares, mas não como um modelo formal de controle de acesso.

Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Role-Based Access Control (RBAC) — é exatamente o modelo descrito no enunciado: atribui direitos de acesso com base nas funções (papéis) desempenhadas pelos usuários dentro da organização. É o modelo mais utilizado em serviços de nuvem (AWS IAM, Azure AD, Google Cloud IAM) e sistemas corporativos, pois simplifica a administração de permissões ao vincular usuários a papéis organizacionais, e estes às permissões.

NÃO CAIA NESSA!

A banca cria siglas fictícias (PBAC, FBAC, MBAC) e uma sigla real de outro contexto (TBAC) para testar se o candidato conhece o nome correto do modelo. O RBAC é o único que corresponde à descrição de "atribuir direitos com base nas funções desempenhadas". Decore os quatro modelos reais — DAC, MAC, RBAC, ABAC — e o critério que define cada um: proprietário, sistema, papel e atributos.

PEGA ESSA DICA!

Para fixar, monte uma tabela mental com os quatro modelos e o que decide o acesso:

Modelo

Quem decide o acesso

Base da decisão

DAC

Proprietário do recurso

Discrição do dono

MAC

Sistema

Rótulos de sensibilidade

RBAC

Administrador

Papéis/funções organizacionais

ABAC

Sistema

Atributos dinâmicos (horário, local, etc.)

Na prova, leia a descrição do modelo e identifique o critério: se mencionar "funções/papéis", é RBAC; se mencionar "atributos", é ABAC; se mencionar "proprietário", é DAC; se mencionar "rótulos de sensibilidade", é MAC.

Gabarito: letra E — Role-Based Access Control (RBAC).

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