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Questão de Segurança da Informação — Backup — FCC 2025

Segurança da InformaçãoBackup
Código
fc150716
Banca
FCC
Órgão
SEFAZ PI
Ano
2025
Cargo
Ag Trib ( )

Uma autarquia fiscal estadual contratou uma consultoria para definir métricas de recuperação de dados após um incidente que corrompeu seu banco de dados tributário. A consultoria determinou que o sistema poderia tolerar a perda de até 15 minutos de transações fiscais antes que houvesse impacto significativo na arrecadação. Backups incrementais foram configurados para ocorrer a cada 10 minutos. O Recovery Point Objective (RPO), no contexto desse caso, define

  1. Ao custo estimado para recuperar os dados após um incidente.
  2. Bo tempo máximo necessário para restaurar o sistema após uma falha.
  3. Ca quantidade máxima de dados que pode ser perdida sem causar prejuízo crítico.
  4. Do intervalo de tempo entre o último backup e a restauração completa do sistema.
  5. Ea frequência mínima de atualizações nos sistemas fiscais em tempo real.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — a quantidade máxima de dados que pode ser perdida sem causar prejuízo crítico.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

RPO (Recovery Point Objective) e RTO (Recovery Time Objective)

Gabarito: letra C. O RPO (Recovery Point Objective) define a quantidade máxima de dados que pode ser perdida sem causar prejuízo crítico ao negócio — no caso, os 15 minutos de transações fiscais toleráveis. É o conceito de "perda máxima de dados" aceitável, medido em tempo ou volume de dados, e não o tempo de restauração (que é o RTO).

O RPO e o RTO são as duas métricas centrais de continuidade de negócio e recuperação de desastres, e a banca explora exatamente a confusão entre elas. O RPO olha para trás: a partir do momento do desastre, quanto de dado pode ser perdido? O RTO olha para frente: quanto tempo o sistema pode ficar indisponível até ser restaurado? São perguntas diferentes, com respostas diferentes e com estratégias de backup diferentes.

No caso concreto, a consultoria definiu que o sistema tolera perder até 15 minutos de transações. Isso significa que, se houver um desastre agora, os dados das últimas 15 minutos podem ser perdidos sem impacto significativo na arrecadação. Para atender a esse RPO, os backups incrementais a cada 10 minutos são adequados — pois, no pior cenário, perde-se no máximo 10 minutos de dados (o intervalo entre backups), que é menor que os 15 minutos toleráveis.

A distinção que importa é entre RPO e RTO:

Critério

RPO (Recovery Point Objective)

RTO (Recovery Time Objective)

O que mede

Perda máxima de dados aceitável

Tempo máximo de indisponibilidade

Direção

Olha para trás (dados perdidos)

Olha para frente (tempo parado)

Pergunta-chave

Quanto dado posso perder?

Em quanto tempo preciso voltar?

Estratégia relacionada

Frequência de backups, replicação

Velocidade de restauração, DR

Exemplo

15 minutos de transações

4 horas para sistema voltar

A pegadinha da banca é trocar o RPO pelo RTO: a alternativa B descreve o RTO (tempo máximo para restaurar), e a alternativa D mistura os dois conceitos (intervalo entre backup e restauração). O candidato que confunde as métricas cai nessas armadilhas. Guarde a fronteira: RPO = perda de dados; RTO = tempo de recuperação. É exatamente nessa fronteira que as alternativas se dividem.

Alternativa A — ❌ Incorreta

O custo estimado para recuperar os dados não é definido pelo RPO. O RPO é uma métrica de perda de dados, não de custo. O custo de recuperação pode ser influenciado pelo RPO (quanto menor o RPO, mais caro o backup), mas não é o que o RPO define.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Esta é a descrição do RTO (Recovery Time Objective), não do RPO. O RTO mede o tempo máximo necessário para restaurar o sistema após uma falha — olha para frente, para a indisponibilidade. A banca troca o RPO pelo RTO, uma armadilha clássica.

Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO

O RPO define exatamente a quantidade máxima de dados que pode ser perdida sem causar prejuízo crítico. No caso, os 15 minutos de transações fiscais toleráveis. É a "perda máxima de dados" aceitável, medida em tempo ou volume.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Esta alternativa mistura RPO e RTO. O intervalo entre o último backup e a restauração completa não é uma métrica padrão — o RPO é o intervalo máximo de dados perdidos (entre o desastre e o último backup válido), e o RTO é o tempo de restauração. A alternativa confunde os dois conceitos.

Alternativa E — ❌ Incorreta

A frequência mínima de atualizações nos sistemas fiscais em tempo real não é o RPO. O RPO é uma métrica de recuperação, não de atualização de sistemas. A frequência de backups é uma consequência do RPO, mas não é o que o RPO define.

NÃO CAIA NESSA!

A banca troca o RPO (perda de dados) pelo RTO (tempo de indisponibilidade). A alternativa B descreve o RTO, e a alternativa D mistura os dois. O candidato que confunde as métricas cai nessas armadilhas. Lembre: RPO = quanto dado posso perder; RTO = em quanto tempo preciso voltar.

PEGA ESSA DICA!

Na prova, identifique a métrica pela pergunta que ela responde: se a questão fala em "perda de dados" ou "dados perdidos", é RPO; se fala em "tempo de restauração" ou "indisponibilidade", é RTO. Essa distinção resolve a maioria das questões sobre o tema.

Gabarito: letra C

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