Pular para o conteúdo principal

Questão de Português — Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto — FGV 2019

PortuguêsNoções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Código
fg037671
Banca
FGV
Órgão
TJ-CE
Ano
2019
Nível
Médio
Cargo
Técnico Judiciário - Área Técnico-Administrativa
“Alguns tiveram a forca como preço pelo próprio crime, outros, a coroa”.Essa frase confirma o seguinte ditado popular:
  1. AO crime não compensa, às vezes;
  2. BToda punição é maldade;
  3. COlho por olho e dente por dente;
  4. DPena intensa não cura bandido;
  5. EA prisão é escola do crime.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — O crime não compensa, às vezes;

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Frase que confirma ditado popular

Gabarito: letra A. A frase "Alguns tiveram a forca como preço pelo próprio crime, outros, a coroa" apresenta um contraste entre dois destinos possíveis para quem comete um crime: a forca (castigo) e a coroa (recompensa). Isso mostra que o crime nem sempre é punido – às vezes é recompensado –, confirmando o ditado "O crime não compensa, às vezes", que ironicamente admite exceções.

Análise da sentença

A expressão "como preço pelo próprio crime" indica que ambos os resultados (forca e coroa) são consequências do crime. A conjunção adversativa "outros" realça a oposição entre punição e prêmio. Portanto, a ideia central é a alternância de resultados – crime nem sempre compensa, mas às vezes compensa.

Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A frase confirma exatamente esse ditado, pois mostra que o crime pode tanto levar à morte (não compensa) quanto à glória (compensa). O ditado é uma versão irônica do popular "crime não compensa", pois acrescenta "às vezes", reconhecendo as exceções.

Alternativa B — ❌ Incorreta

A frase não afirma que toda punição é maldade; ela simplesmente contrasta punição e recompensa sem julgar a moralidade da punição. Erro: fora do escopo – o texto não aborda o caráter da punição.

Alternativa C — ❌ Incorreta

"Olho por olho, dente por dente" refere-se a vingança proporcional, não à possibilidade de recompensa. A frase fala de destinos opostos, não de equivalência de retribuição. Erro: troca de conceito.

Alternativa D — ❌ Incorreta

A frase não discute se a punição é eficaz para reformar o criminoso. Ela apenas mostra que alguns são punidos e outros recompensados. Erro: tangencia o tema – fala de cura/reabilitação, não abordado.

Alternativa E — ❌ Incorreta

A frase não menciona prisão nem afirma que ela ensina o crime. O foco é o destino final (forca/coroa), não o ambiente carcerário. Erro: extrapolação – insere ideia alheia ao texto.

PEGA ESSA DICA!

Em questões que pedem para "confirmar um ditado", busque o paralelismo de ideias entre a frase e o ditado. Aqui, o contraste entre "forca" e "coroa" é a chave para entender que o crime pode ter tanto resultado negativo quanto positivo.

Link permanente: /questoes/fg037671