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Questão de Medicina Legal — Odontologia Legal — FGV 2022

Medicina LegalOdontologia Legal
Código
fg049560
Banca
FGV
Órgão
PC-AM
Ano
2022
Nível
Superior
Cargo
Perito Odontolegista - 4ª Classe
No processo de identificação, quando o perito não conta com volumes apreciáveis de DNA (sangue fresco ou saliva) que possa ser recuperado do material de prova e da amostra biológica de referência, deve-se optar por um método com alto nível de sensibilidade.Dentre as opções apresentadas, assinale a que seria mais adequada para casos com amostras exíguas.
  1. AReação em cadeia da polimerase de microssatélites (PCR).
  2. BPolimorfismo de fragmento amplificado (AmpFLP).
  3. CTipagem de comprimento especifico (TLS).
  4. DPolimorfismo de tamanho de fragmentos de restrição (RFLPs).
  5. EFingerprint.
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GabaritoA — Reação em cadeia da polimerase de microssatélites (PCR).

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Identificação genética forense – Métodos de análise de DNA

Gabarito: letra A. A reação em cadeia da polimerase (PCR) de microssatélites é o método mais sensível para amplificar pequenas quantidades de DNA, sendo ideal para amostras exíguas, enquanto as demais técnicas exigem maior volume ou qualidade de material genético.

A questão testa o conhecimento sobre a sensibilidade das técnicas de análise de DNA aplicadas à genética forense. Quando a amostra biológica é escassa (exígua), a técnica precisa ser capaz de amplificar e detectar quantidades mínimas de material genético. A PCR de microssatélites (STRs) é a abordagem padrão, pois permite a amplificação exponencial de regiões específicas mesmo a partir de nanogramas de DNA.

  1. 1RFLP (baixa sensibilidade)
  2. 2AmpFLP (média sensibilidade)
  3. 3PCR de microssatélites (alta sensibilidade)
  4. 4TLS (termo não consagrado)
  5. 5Fingerprint (termo genérico)
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Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A PCR (reação em cadeia da polimerase) é uma técnica de amplificação enzimática que pode gerar milhões de cópias de uma região alvo a partir de uma quantidade mínima de DNA. No contexto forense, a amplificação de microssatélites (STRs) é amplamente utilizada por sua alta sensibilidade e poder discriminatório, sendo a escolha ideal para amostras de volume reduzido, como manchas de sangue seco, pelos ou fragmentos ósseos.

Alternativa B — ❌ Incorreta

AmpFLP (polimorfismo de fragmento amplificado) também se baseia em PCR, mas é uma técnica menos sensível e menos resolutiva que a PCR de microssatélites. Exige maior quantidade de DNA e não é adequada para amostras exíguas.

Alternativa C — ❌ Incorreta

TLS (tipagem de comprimento específico) não é um termo técnico consagrado na literatura forense. Provavelmente refere-se a métodos de análise de fragmentos que não oferecem a sensibilidade necessária para amostras muito pequenas.

Alternativa D — ❌ Incorreta

RFLP (polimorfismo de tamanho de fragmentos de restrição) foi uma das primeiras técnicas de DNA fingerprint, mas requer DNA de alto peso molecular em quantidade relativamente grande (microgramas) e não degradado, sendo inviável para amostras exíguas ou degradadas.

Alternativa E — ❌ Incorreta

"Fingerprint" é um termo genérico que pode se referir a várias técnicas. Embora a PCR de STRs seja um tipo de fingerprint, a alternativa não especifica o método, sendo inadequada como resposta mais adequada para amostras exíguas.

Gabarito: letra A – PCR de microssatélites (STRs) é a técnica mais sensível e adequada para amostras exíguas.

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