Questão de Auditoria — Evidência de Auditoria — FGV 2022
Auditoria›Evidência de Auditoria
Código
fg052601
Banca
FGV
Órgão
SEFAZ-AM
Ano
2022
Nível
Médio
Cargo
Auditor Fiscal de Tributos Estaduais - Tarde
De acordo com a NBC TA 500 (R1) – Evidência de Auditoria, a maior parte do trabalho do auditor para formar a sua opinião consiste na obtenção e avaliação da evidência de auditoria.Nesse sentido, em relação à indagação e suas respostas, assinale a afirmativa correta.
ADevem ser formais e por escrito.
BSão utilizadas somente em pontos específicos da auditoria.
CA avaliação das respostas às indagações é parte integral do processo de indagação.
DAs respostas às indagações devem fornecer informações convergentes com as obtidas pelo auditor.
ECostumam fornecer, sozinhas, evidências de auditoria suficientes sobre a ausência de distorção relevante no nível da afirmação.
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GabaritoC — A avaliação das respostas às indagações é parte integral do processo de indagação.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
NBC TA 500 (R1) – Indagação como Procedimento de Auditoria
Gabarito: letra C. A avaliação das respostas às indagações é parte integrante do processo de indagação, conforme explicitado na NBC TA 500 (R1). As demais alternativas incorrem em erros como exigir formalidade escrita, restringir o uso a pontos específicos, exigir convergência obrigatória ou superestimar a suficiência da indagação isolada.
A banca cobra o conhecimento literal da norma, especialmente o tratamento dado à indagação como procedimento de auditoria. Segundo a NBC TA 500 (R1), a indagação consiste na busca de informações junto a pessoas com conhecimento dentro ou fora da entidade. Embora possa fornecer evidência importante, a indagação sozinha geralmente não é suficiente para concluir sobre a ausência de distorção relevante ou sobre a eficácia operacional dos controles. Contudo, a avaliação das respostas obtidas é etapa obrigatória e contínua do processo, o que torna a alternativa C a única plenamente correta.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que as indagações e suas respostas "devem ser formais e por escrito". A norma não impõe essa formalidade obrigatória; as indagações podem ser orais ou escritas, formais ou informais, dependendo das circunstâncias. O que se exige é que o auditor documente o trabalho, mas não que toda indagação seja formal por escrito.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Diz que as indagações "são utilizadas somente em pontos específicos da auditoria". Na verdade, a indagação é um procedimento transversal, aplicável em várias fases: desde a avaliação de riscos até os procedimentos substantivos e de conclusão. Não se restringe a pontos específicos.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Afirma que "a avaliação das respostas às indagações é parte integral do processo de indagação". É exatamente o que consta na NBC TA 500 (R1): o auditor deve avaliar se as respostas obtidas são plausíveis e consistentes com outras evidências. Essa avaliação é contínua e integrada ao procedimento, não uma etapa separada.
PEGA ESSA DICA!
Decore a frase: a indagação sozinha não basta, mas a avaliação das respostas é sempre parte do processo. Essa dicotomia cai frequentemente nas provas.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Estabelece que "as respostas às indagações devem fornecer informações convergentes com as obtidas pelo auditor". A norma não exige convergência forçada; ao contrário, se houver inconsistências, o auditor deve aprofundar os procedimentos para resolver a divergência. A convergência não é um requisito, mas um resultado esperado quando as evidências são confiáveis.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Sustenta que as indagações "costumam fornecer, sozinhas, evidências de auditoria suficientes sobre a ausência de distorção relevante no nível da afirmação". A NBC TA 500 (R1) é clara: a indagação isolada não proporciona evidência suficiente para afirmar a ausência de distorção relevante. Ela pode indicar a presença de distorção, mas não a ausência com a confiabilidade necessária.
NÃO CAIA NESSA!
A alternativa E parece lógica à primeira vista, mas inverte o entendimento: a indagação serve para detectar distorção, não para garantir que não há distorção. O candidato pode cair ao confundir "pode fornecer evidência" com "fornece evidência suficiente sozinha". A banca explora justamente essa nuance.