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Questão de Economia — Macroeconomia — FGV 2022

EconomiaMacroeconomia
Código
fg054403
Banca
FGV
Órgão
Senado Federal
Ano
2022
Nível
Superior
Cargo
Consultor Legislativo - Pronunciamentos
Observe a capa de março de 2008 da revista The Economist sobre a presença chinesa na África.Imagem associada para resolução da questãoNo século XXI, a conjuntura da economia-mundo capitalista vem sendo impactada pelo ressurgimento da China, o que tem afetado significativamente países emergentes, como os africanos, despertando simultaneamente temores e esperanças.As afirmativas a seguir sobre as relações econômicas entre China e África, a partir dos anos 2000, estão corretas, à exceção de uma. Assinale-a.
  1. AA aproximação econômica chinesa privilegia países produtores de petróleo da região, como Angola, Nigéria e Líbia, com o objetivo de diversificar suas fontes de abastecimento e garantir combustível para o seu crescimento econômico, no longo prazo.
  2. BApesar dos ganhos econômicos obtidos com a exportação de recursos naturais, os países africanos se ressentem do modelo de política externa intervencionista da China, como na ingerência eleitoral na Costa do Marfim (2010) e para conter grupos fundamentalistas islâmicos no Mali (2013).
  3. CA intensificação da relação bilateral sino-africana, a partir dos anos 2000, ocorreu em um contexto de vácuo da participação ocidental na região, depois das duas décadas anteriores de crise africana.
  4. DO caráter neocolonial dos investimentos chineses é sustentado pelo fato dos mesmos não promoverem uma mudança na estrutura histórica de posicionamento dos Estados africanos como periferias do sistema capitalista mundial.
  5. EA concentração dos investimentos chineses em poucos setores, muitos dos quais acompanhados pela importação de força de trabalho da própria China, fundamentam temores a respeito da manutenção da primarização das economias africanas.
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GabaritoB — Apesar dos ganhos econômicos obtidos com a exportação de recursos naturais, os países africanos se ressentem do modelo de política externa intervencionista da China, como na ingerência eleitoral na Costa do Marfim (2010) e para conter grupos fundamentalistas islâmicos no Mali (2013).

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