Internet das Coisas (IoT)
Gabarito: letra D. A Internet das Coisas (IoT) baseia-se na conexão de objetos físicos à rede, permitindo coleta e troca de dados. A viabilidade prática desse conceito depende essencialmente de dispositivos que possam captar informações do ambiente com baixo custo e baixo consumo de energia — exatamente o papel dos sensores modernos. As demais alternativas referem-se a avanços genéricos da computação, que não foram os fatores decisivos para a IoT.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Algoritmos de busca mais eficientes beneficiaram a recuperação de informações na web, mas não são o alicerce da IoT. A IoT depende mais da capacidade de captura e transmissão de dados do que de buscas.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Bancos de dados de uso geral são importantes para armazenar e gerenciar dados, mas não foram o gatilho que tornou a IoT prática. Sensores de baixo custo é que permitiram a coleta maciça de dados.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Linguagens de programação mais avançadas facilitam o desenvolvimento, mas não são o motor da viabilidade da IoT. O avanço em hardware (sensores, microcontroladores) foi o grande diferencial.
Alternativa D — ✅ Correta
Sensores de baixo custo e baixa potência são a base da IoT. Eles permitem medir temperatura, umidade, movimento, luz etc., com consumo energético reduzido, possibilitando a implantação em grande escala e em baterias. Sem eles, a IoT não teria saído do papel.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Sistemas operacionais com multiprocessamento otimizam o uso de CPUs modernas, mas não são específicos nem decisivos para a IoT. Dispositivos IoT geralmente usam sistemas embarcados leves, sem necessidade de multiprocessamento complexo.
Conclusão: A alternativa que melhor representa a tecnologia que viabilizou a IoT é a letra D, pois sensores de baixo custo e baixa potência são os componentes que permitem a coleta de dados do mundo físico de forma econômica e eficiente.