Questão de Criminalística — Computação Forense — FGV 2023
- Código
- fg060284
- Banca
- FGV
- Órgão
- Banco do Brasil
- Ano
- 2023
- Nível
- Superior
- Cargo
- Analista Tecnológico
- ADiffie-Helman.
- B3DES.
- CRSA.
- DRC4.
- EMD5.
GabaritoE — MD5.
Gabarito: letra E. O MD5 é um algoritmo de hash tradicionalmente usado para verificar a integridade de evidências digitais, gerando um resumo único (hash) que permite detectar qualquer alteração. As demais alternativas são algoritmos de criptografia ou troca de chaves, não de hash.
Em computação forense, a integridade dos vestígios digitais é garantida pelo cálculo de hashes no momento da coleta. O hash resultante é comparado posteriormente para comprovar que não houve modificação. O MD5, embora atualmente considerado inseguro para algumas aplicações, foi amplamente utilizado por décadas e é um dos algoritmos mais tradicionais. Outros exemplos comuns são SHA-1 e SHA-256.
Diffie-Hellman é um protocolo de troca de chaves, não produz hash.
3DES (Triple DES) é um cifrador simétrico de blocos, utilizado para criptografia, não para hash.
RSA é um algoritmo de criptografia assimétrica, usado para cifrar e assinar digitalmente, não para gerar hashes.
RC4 é uma cifra de fluxo simétrica, aplicada em criptografia, não em funções hash.
MD5 (Message Digest 5) é uma função hash criptográfica que produz um resumo de 128 bits. Apesar de suas fragilidades atuais, foi por muito tempo o padrão para verificação de integridade em forense digital.
Em questões de computação forense, lembre-se de que a verificação de integridade usa funções hash (MD5, SHA-1, SHA-256) e não algoritmos de criptografia. Hash é unidirecional e não requer chave; já criptografia é bidirecional e usa chaves.
Gabarito: letra E.
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