Questão de Matemática — Probabilidade — FGV 2023
- Código
- fg069352
- Banca
- FGV
- Órgão
- SEFAZ-MT
- Ano
- 2023
- Nível
- Superior
- Cargo
- SEFAZ- MT - Fiscal de Tributos Estaduais (FTE) - Manhã
- A35/64.
- B43/64.
- C47/81.
- D53/81.
- E36/49.
GabaritoD — 53/81.
Gabarito: letra D — a conta chega a 53/81 (alternativa D).
A probabilidade clássica mede a chance de um evento como a razão entre os casos favoráveis e o total de casos possíveis, quando todos são igualmente prováveis. Aqui, a posição real de cada atleta é incerta: ela pode ser qualquer degrau dentro de um intervalo de 9 valores inteiros (o observado mais ou menos 4). Como não há mais informação, cada posição dentro do intervalo tem a mesma chance — é uma distribuição uniforme discreta. O que a questão cobra é contar corretamente os pares (posição de Luís, posição de Jair) em que Luís está à frente, lembrando que os intervalos são diferentes (Luís parte de 968, Jair de 966), o que torna a contagem assimétrica.
posição observada de Luís = 968
posição observada de Jair = 966
margem de erro = 4 degraus para cima ou para baixo
O que queremos: a probabilidade de Luís estar de fato à frente de Jair
Cada atleta pode estar em qualquer degrau dentro de 4 degraus para cima ou para baixo do valor observado. Isso define o espaço de possibilidades de cada um, que é o primeiro passo para contar os casos.
Por que esta fórmula: O intervalo é [observado − 4, observado + 4], pois a margem de erro vale para os dois lados.
De onde vem cada valor: = enunciado: posição observada de Luís · = enunciado: margem de erro
Esquecer que o intervalo inclui os extremos, contando 8 valores em vez de 9.
Jair tem um valor observado diferente (966), então o intervalo dele é diferente do de Luís. Precisamos dele para contar os pares.
Por que esta fórmula: Mesma lógica: intervalo de 4 para cada lado do valor observado.
De onde vem cada valor: = enunciado: posição observada de Jair · = enunciado: margem de erro
Usar o mesmo intervalo de Luís para Jair, o que levaria a contagem errada.
O espaço amostral é formado por todos os pares (posição de Luís, posição de Jair). Como cada um tem 9 possibilidades, o total é o produto.
Por que esta fórmula: Cada posição de Luís pode combinar com cada posição de Jair, então multiplicamos as quantidades.
De onde vem cada valor: = passo 2: quantidade de valores de Jair
Usar 8 × 8 = 64, esquecendo que o intervalo tem 9 valores (inclui os extremos).
A probabilidade pedida é a razão entre os casos favoráveis (Luís à frente) e o total. Precisamos contar quantos pares têm L > J.
Por que esta fórmula: Para cada valor de L, contamos quantos valores de J são menores que L. Somamos essas quantidades.
De onde vem cada valor: = passo 1: valores de Luís · = passo 2: valores de Jair
= 53 casos favoráveis
Contar apenas os pares em que L é maior que o valor observado de Jair, ou esquecer que para L = 971 e 972 todos os 9 valores de J são menores.
Com o total de casos e os favoráveis, a probabilidade é a divisão entre eles.
Por que esta fórmula: Probabilidade clássica: casos favoráveis divididos pelo total de casos possíveis.
De onde vem cada valor: = passo 4: 53 · = passo 3: 81
Inverter numerador e denominador, ou simplificar incorretamente.
Resposta: 53/81 (alternativa D)
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