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Questão de Português — Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto — FGV 2023

PortuguêsNoções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Código
fg073794
Banca
FGV
Órgão
DPE-RS
Ano
2023
Nível
Médio
“‘Por isso, estamos deixando de falar em redução, e usando o termo readequação de velocidades’, explica.” Essa passagem destacada do texto 1 faz referência à substituição do termo “redução” pelo termo “readequação” no debate sobre os limites de velocidade no trânsito.No texto 1, essa substituição é justificada com base no seguinte raciocínio:
  1. Acarros não devem ser vistos como símbolos de poder;
  2. Bo ritmo frenético da vida nas grandes cidades é nocivo para a população;
  3. Cmetade da população concorda que limites de velocidade mais baixos acarretariam menos óbitos;
  4. Dredução da velocidade máxima não implica redução da velocidade média;
  5. Eas gerações mais novas rejeitam a ideia de uma vida sem carro.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — redução da velocidade máxima não implica redução da velocidade média;

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Justificativa para a troca de "redução" por "readequação"

Gabarito: letra D. O texto justifica a substituição do termo "redução" por "readequação" com o argumento de que a redução da velocidade máxima não impacta a velocidade média, ou seja, não há perda de tempo — o trânsito flui melhor. Essa ideia está explícita no trecho: "Já está provado que a redução da velocidade máxima não tem impacto na velocidade média."

O raciocínio central é que o termo "redução" carrega uma conotação negativa de perda, mas a experiência mostra que a readequação dos limites melhora a fluidez sem reduzir a velocidade média. Portanto, a banca pergunta qual das alternativas apresenta esse raciocínio de justificação.

Alternativa A — ❌ Incorreta

A afirmação de que "carros não devem ser vistos como símbolos de poder" é um tema abordado no texto (status do carro), mas não é a justificativa para a troca terminológica. A justificativa está ligada ao efeito da velocidade na fluidez, não à simbologia do automóvel. Erro: foge ao escopo.

Alternativa B — ❌ Incorreta

"O ritmo frenético da vida nas grandes cidades é nocivo para a população" é uma ideia geral que não aparece no trecho que explica a substituição. O texto não afirma isso como razão para usar "readequação". Erro: informação não presente no texto (extrapolação).

Alternativa C — ❌ Incorreta

É verdade que "metade da população concorda que limites de velocidade mais baixos acarretariam menos óbitos" (dado da pesquisa), mas essa constatação não é o motivo pelo qual os especialistas trocaram o termo. A justificativa é técnica, baseada na fluidez e na velocidade média, não na opinião pública. Erro: embora verdadeiro, não responde ao que se pede (fora do escopo).

Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Exatamente o que o texto afirma: "Já está provado que a redução da velocidade máxima não tem impacto na velocidade média." Esse é o raciocínio que leva à preferência pelo termo "readequação", evitando a ideia equivocada de que andar mais devagar significa perder tempo. Correta por corresponder literalmente ao texto.

Alternativa E — ❌ Incorreta

"As gerações mais novas rejeitam a ideia de uma vida sem carro" é o oposto do que o texto diz. No final, afirma-se que "as novas gerações têm outro entendimento, especialmente em relação ao carro" e que a filha de Paula está "muito mais acostumada a ver as pessoas fazendo as coisas de bicicleta". A alternativa inverte o sentido. Erro: contradiz o texto.

Gabarito: letra D.

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