Assinale a opção em que a oração reduzida sublinhada foi corretamente transformada em oração desenvolvida.
AÉ preciso sermos ponte, cobrir os abismos e nunca aprofundá-los. / que sejamos ponte, que cobramos os abismos e que nunca os aprofundemos.
BHá tanta suavidade em nada dizer e tudo se entender... / em que nada se diga e tudo se entenda...
CA verdade é uma mentira ainda a ser desmascarada. / que ainda seria desmascarada.
DÉ difícil acreditar que um homem esteja dizendo a verdade. / que se acreditasse.
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GabaritoB — Há tanta suavidade em nada dizer e tudo se entender... / em que nada se diga e tudo se entenda...
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Transformação de oração reduzida em desenvolvida
Gabarito: Letra B. A única alternativa em que a oração reduzida de infinitivo foi corretamente convertida em oração desenvolvida com conjunção integrante e verbo no subjuntivo, mantendo o sentido original.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Na frase original, as orações reduzidas são "sermos ponte", "cobrir os abismos" e "aprofundá-los". A transformação proposta substitui o verbo "cobrir" por "cobramos" (presente do indicativo), que tem sentido completamente diferente (cobrar vs. cobrir). Além disso, o paralelismo das três orações coordenadas é quebrado, pois a primeira e a terceira usam o subjuntivo, enquanto a segunda usa o indicativo. Erro: troca de verbo e quebra de paralelismo.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A oração reduzida "em nada dizer e tudo se entender" (infinitivos) é transformada em "em que nada se diga e tudo se entenda" (desenvolvida com a conjunção "que" e verbos no subjuntivo). A preposição "em" é mantida, e o sentido de finalidade ou modo permanece. Transformação correta.
Alternativa C — ❌ Incorreta
A oração reduzida "a ser desmascarada" expressa uma ação futura em relação ao presente. A transformação "que ainda seria desmascarada" usa o futuro do pretérito (condicional), que altera a noção temporal. O mais adequado seria "que ainda será desmascarada" ou "que está por ser desmascarada". Erro: mudança de tempo verbal.
Alternativa D — ❌ Incorreta
A oração reduzida "acreditar" funciona como sujeito de "É difícil". A transformação "que se acreditasse" cria uma estrutura diferente (oração subordinada substantiva subjetiva desenvolvida), mas com o verbo no imperfeito do subjuntivo, enquanto o infinitivo original é atemporal. Além disso, o sentido original é "acreditar que um homem esteja dizendo a verdade", e a desenvolvida "que se acreditasse" não mantém esse objeto. Erro: alteração de função sintática e sentido.
NÃO CAIA NESSA!
Sujeito nunca tem preposição
Se um termo vem regido de preposição (de, em, a...), ele não é o sujeito da oração. Serve para não confundir sujeito com objeto/adjunto preposicionado.