Questão de Redes de Computadores — Modelo OSI — FGV 2024
Redes de Computadores›Modelo OSI
Código
fg079790
Banca
FGV
Órgão
DATAPREV
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
ATI - Gestão de Serviços de TIC
A subcamada de Controle de Acesso ao Meio (Media Access Control, MAC) é um componente essencial da camada de enlace de dados no modelo OSI (Open Systems Interconnection). Sua função central é gerenciar o acesso ao meio físico de transmissão, assegurando que os dispositivos conectados a uma rede compartilhem e utilizem esse meio de maneira organizada e eficiente.No contexto de protocolos de acesso múltiplo para a camada MAC, é correto afirmar que
Ano protocolo ALOHA original, quando dois quadros tentam ocupar o canal simultaneamente, há a reconstrução dos quadros pelo checksum.
Bo protocolo ALOHA representa uma evolução frente aos protocolos CSMA, pois garantem que nenhuma estação transmitirá caso o canal esteja ocupado.
Co protocolo CSMA não persistente, por sua forma de funcionamento, utiliza melhor o canal, porém com atrasos maiores que o protocolo CSMA 1-persistente.
Dno protocolo CSMA p-persistente, os períodos de disputa são mapeados em N slots, em que cada estação transmite um bit por slot, até que os slots se completem.
Eno protocolo Slotted ALOHA, um computador possui permissão para transmitir toda vez que o usuário digita uma linha.
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GabaritoC — o protocolo CSMA não persistente, por sua forma de funcionamento, utiliza melhor o canal, porém com atrasos maiores que o protocolo CSMA 1-persistente.
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Protocolos de Acesso Múltiplo na Subcamada MAC
Gabarito: letra C. O CSMA não persistente é mais eficiente na utilização do canal (menos colisões) mas introduz atrasos maiores, enquanto o CSMA 1-persistente tem atraso menor (transmite imediatamente quando canal fica livre) mas pode causar mais colisões. Essa troca entre atraso e eficiência é clássica.
Protocolo
Utilização do canal
Atraso
Mecanismo de transmissão
CSMA não persistente
Melhor (menos colisões)
Maior
Espera tempo aleatório se canal ocupado
CSMA 1-persistente
Pior (mais colisões)
Menor
Transmite imediatamente quando canal livre
Alternativa A — ❌ Incorreta
No ALOHA original, quando dois quadros colidem, eles são destruídos e devem ser retransmitidos. O checksum serve para detecção de erros, não para reconstrução de quadros colididos.
Alternativa B — ❌ Incorreta
O ALOHA é anterior ao CSMA; o CSMA representa uma evolução, pois "escuta" o canal antes de transmitir (carrier sense), reduzindo colisões. O ALOHA não verifica se o canal está ocupado antes de transmitir.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
No CSMA não persistente, se o canal está ocupado, a estação espera um tempo aleatório antes de tentar novamente, o que reduz colisões e melhora a utilização do canal, mas aumenta o atraso. No CSMA 1-persistente, a estação escuta continuamente e transmite assim que o canal fica livre, resultando em menor atraso mas maior chance de colisão (várias estações transmitindo simultaneamente).
Alternativa D — ❌ Incorreta
CSMA p-persistente funciona de forma probabilística: quando o canal está livre, a estação transmite com probabilidade p e adia com probabilidade (1-p) por um slot. Não há mapeamento em slots onde cada estação transmite um bit por slot; essa descrição se aproxima de protocolos de reserva (bit-map), não do CSMA p-persistente.
Alternativa E — ❌ Incorreta
No Slotted ALOHA, as transmissões só podem ocorrer no início de cada slot de tempo. A decisão de transmitir não é baseada na digitação do usuário, mas em um esquema de retransmissão após colisão (com probabilidade). A descrição está incorreta.
NÃO CAIA NESSA!
A banca mistura características entre ALOHA e CSMA e inverte a ordem de evolução (ALOHA é anterior ao CSMA, não o contrário). Além disso, confunde CSMA não persistente com p-persistente e descreve falsamente um mecanismo de bit-por-slot. Atenção aos detalhes de funcionamento de cada protocolo.