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Questão de Sistemas Operacionais — Cloud Computing — FGV 2024

Sistemas OperacionaisCloud Computing
Código
fg079876
Banca
FGV
Órgão
DATAPREV
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Analista de Processamento
Uma empresa de comércio eletrônico que atende clientes em todo o território nacional está expandindo rapidamente e busca migrar sua infraestrutura para a nuvem. A empresa tem como prioridade garantir alta disponibilidade, baixa latência, escalabilidade e recuperação de desastres, ao mesmo tempo em que precisa otimizar seus custos operacionais.Dado o contexto de operação nacional e os requisitos da empresa, a arquitetura de nuvem correta para essa organização é
  1. Autilizar múltiplas regiões geográficas globais, com servidores distribuídos entre diferentes países, para garantir baixa latência para todos os clientes.
  2. Bimplementar uma arquitetura com múltiplas zonas de disponibilidade dentro de uma única região, para garantir alta disponibilidade e recuperação de desastres sem a complexidade de múltiplas regiões.
  3. Ccriar subscrições separadas para cada estado do país, com recursos isolados, garantindo uma melhor distribuição de carga em nível regional.
  4. Ddistribuir os recursos entre várias regiões dentro do país, com uma política de escalabilidade automática, para atender a demanda em diferentes estados.
  5. Eescolher uma única zona de disponibilidade com alto desempenho, focando na redução de custos e aceitando possíveis riscos de indisponibilidade em caso de falha.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — distribuir os recursos entre várias regiões dentro do país, com uma política de escalabilidade automática, para atender a demanda em diferentes estados.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Cloud Computing: Arquitetura Multi-Região

Gabarito: letra D. Para uma empresa de comércio eletrônico que opera em todo o território nacional e precisa de alta disponibilidade, baixa latência, escalabilidade, recuperação de desastres e otimização de custos, a arquitetura mais adequada é distribuir recursos entre várias regiões dentro do país, com política de escalabilidade automática. Isso permite colocar servidores próximos aos usuários (reduzindo latência), oferecer redundância geográfica (recuperação de desastres) e ajustar capacidade conforme a demanda (escalabilidade), além de evitar custos desnecessários de regiões globais.

A banca testa o conhecimento sobre estratégias de implantação em nuvem, especialmente o trade-off entre usar múltiplas regiões vs. múltiplas zonas de disponibilidade. A escolha de múltiplas regiões dentro do mesmo país é a que melhor equilibra todos os requisitos.

Critério

Múltiplas Regiões (D)

Múltiplas Zonas de Disponibilidade (B)

Baixa latência

Sim (servidores próximos aos usuários em todo o país)

Não (concentração em uma única localidade)

Recuperação de desastres

Sim (redundância geográfica contra desastres regionais)

Parcial (protege contra falhas locais, não regionais)

Custo

Otimizado (evita regiões globais desnecessárias)

Menor que múltiplas regiões, mas não resolve latência

Complexidade

Gerenciável (distribuição entre regiões do país)

Menor complexidade, mas compromete latência

Alternativa A — ❌ Incorreta

Utilizar múltiplas regiões geográficas globais (diferentes países) traria latência maior para clientes domésticos (devido à distância) e custos mais altos, além de não ser necessário para uma operação nacional. Embora global possa ajudar em alguns cenários, não é a melhor solução para o caso descrito.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Múltiplas zonas de disponibilidade dentro de uma única região oferecem alta disponibilidade e recuperação de desastres local, mas não garantem baixa latência para clientes em todo o Brasil, pois todos os servidores estarão concentrados em uma única localidade geográfica. Também não protegem contra desastres regionais que afetem toda a região.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Criar subscrições separadas para cada estado adiciona complexidade administrativa enorme, sem benefícios claros. As nuvens não são projetadas para essa granularidade; a distribuição de carga é feita com grupos de recursos e zonas geográficas, não por subscrições estaduais.

Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Distribuir recursos entre várias regiões dentro do país atende diretamente:

  • Baixa latência: servidores próximos aos usuários em diferentes estados.

  • Alta disponibilidade e recuperação de desastres: redundância geográfica entre regiões.

  • Escalabilidade: políticas de auto-scaling ajustam capacidade automaticamente.

  • Otimização de custos: recursos são alocados onde são necessários, sem superdimensionamento.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Usar uma única zona de disponibilidade concentra todos os recursos em um único ponto de falha. Isso viola o requisito de alta disponibilidade e recuperação de desastres, e a economia de custos não compensa o risco de indisponibilidade.

Conclusão: A arquitetura mais alinhada com os requisitos da empresa é a de múltiplas regiões dentro do país, com escalabilidade automática – letra D.

PEGA ESSA DICA!

Em questões de arquitetura em nuvem, lembre-se: para baixa latência em escala nacional, use múltiplas regiões dentro do país; para alta disponibilidade local, use múltiplas zonas de disponibilidade. A combinação de ambos é possível, mas atente-se ao custo e à complexidade.

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