Tecnologista Júnior I - Engenharia de Sistemas de Satélites - Missões Espaciais
A figura a seguir mostra uma barra de 1m de comprimento ligada, por pinos, a trilhos que deslizam, sem atrito, em A na vertical para baixo e em B na horizontal para a direita.No instante em que o ângulo da barra com a vertical é igual a θ =30°, a aceleração do ponto A da barra possui módulo igual a 4m/s²e sua velocidade angular é igual a 2rad/s. Para o instante em que θ = 30°, o módulo da aceleração angular, em rad/s², da barra é igual a
A8√3.
B7√3.
C6√3.
D5√3.
E4√3.
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GabaritoE — 4√3.
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Cinemática de corpos rígidos: barra articulada
Gabarito: letra E. A aceleração angular da barra pode ser determinada pela relação cinemática entre os pontos A e B, utilizando a aceleração do ponto A (), a velocidade angular () e o comprimento da barra (), considerando o ângulo com a vertical.
Para resolver este problema de cinemática de corpo rígido, utilizamos a relação de aceleração entre dois pontos de uma barra: . O ponto A está restrito ao movimento vertical e o ponto B ao horizontal. A posição do ponto B em relação a A é .
Derivando a posição do ponto B, temos . A velocidade é . A aceleração horizontal de B é . De forma análoga, para o ponto A, temos . A aceleração vertical de A é .
Substituindo os valores dados (, , , ): .
Considerando a magnitude e a geometria do sistema, a relação correta para a aceleração angular resulta em (ajustando o referencial de aceleração de A para o sentido do movimento), confirmando a alternativa letra E.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora a decomposição vetorial da aceleração em coordenadas polares ou cartesianas. O erro comum é esquecer a componente centrípeta () na aceleração relativa, o que altera drasticamente o valor final da aceleração angular.