Questão de Engenharia Agronômica (Agronomia) — Culturas — FGV 2024
Engenharia Agronômica (Agronomia)Culturas
- Código
- fg088204
- Banca
- FGV
- Órgão
- Prefeitura de Caraguatatuba - SP
- Ano
- 2024
- Nível
- Superior
- Cargo
- Engenheiro Agrônomo
Em um experimento realizado no Cerrado de Roraima, buscou-se avaliar um método de inoculação de Bradyhizobium em soja, por meio de pulverização em cobertura. O estudo foi conduzido de forma a avaliar: i) controle sem inoculação; ii) adubação com 200 kg ha-¹ sem inoculação; iii) inoculação padrão (IP); e iv) inoculação em cobertura (IC), com o triplo da dose utilizada no padrão, 18 dias após a emergência (DAE) das plantas.Tabela – Número de nódulos em 35 dias após a emergência, rendimento e nitrogênio acumulado nos grãos.
Fonte: Zilli, J.E. et al. (2008); Obs (*): médias seguidas por letras iguais, nas colunas, não diferem entre si (Tukey, 5%); o número de nódulos foi transformado para raiz quadrada.Com base nos resultados do experimento da tabela, assinale a afirmativa correta.
Fonte: Zilli, J.E. et al. (2008); Obs (*): médias seguidas por letras iguais, nas colunas, não diferem entre si (Tukey, 5%); o número de nódulos foi transformado para raiz quadrada.Com base nos resultados do experimento da tabela, assinale a afirmativa correta.- AO número de nódulos foi significativamente menor na inoculação em cobertura em relação ao controle.
- BA inoculação em cobertura não se apresenta como método complementar, para situações emergenciais em que ocorrer falha na nodulação e deficiência de N.
- CA inoculação em cobertura aumentou a nodulação, proporcionando produtividade e acúmulo de N estatisticamente superior ao tratamento nitrogenado.
- DA diferença entre a fertilização nitrogenada e a inoculação padrão reside apenas nos custos econômicos mais elevados no primeiro caso.
- EA inoculação por pulverização em cobertura não deve ser uma prática para substituir a inoculação tradicional nas sementes.