Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Análise de Sistemas de Informação
A implementação de um banco de dados analítico requer a carga de dados extraídos de outros bancos. Cada banco de dados de origem implementa as suas próprias chaves para identificar seus registros.Para evitar conflitos com as chaves utilizadas nos bancos de dados de origem dos sistemas transacionais, a rotina ETL de um Data Mart deve gerar uma chave:
Acandidata;
Bestrangeira;
Ccomposta;
Dsurrogada;
Ealternativa.
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GabaritoD — surrogada;
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Chave Surrogada em Data Mart
Gabarito: letra D. A rotina ETL de um Data Mart deve gerar chaves surrogadas (surrogate keys) para identificar cada registro de forma única e independente das chaves utilizadas nos sistemas de origem, evitando conflitos. Essas chaves são numéricas, sequenciais e sem significado de negócio, criadas artificialmente pelo processo de carga.
O conceito é clássico em ambientes de Data Warehouse/Data Mart: enquanto os bancos transacionais usam chaves naturais (como CPF, código de produto) que podem se repetir entre fontes distintas, a chave surrogada garante integridade referencial e desempenho nas consultas analíticas.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Chave candidata é qualquer atributo ou conjunto de atributos que pode ser escolhido como chave primária. Ela está ligada aos dados da própria tabela, não é gerada pelo ETL para substituir chaves de origem. Portanto, não resolve o conflito de chaves entre diferentes bancos de origem.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Chave estrangeira é um atributo que referencia a chave primária de outra tabela, estabelecendo relacionamento. Ela não é uma chave gerada artificialmente pela rotina ETL para identificar registros de forma independente. Seu objetivo é manter a integridade referencial, não evitar conflitos de chaves de origem.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Chave composta é formada por dois ou mais atributos. Embora possa ser usada em tabelas dimensionais, ela ainda depende de dados de origem (chaves naturais) e pode herdar conflitos entre sistemas. A chave surrogada é preferida exatamente por ser simples, única e independente.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A chave surrogada (surrogate key) é um identificador único gerado artificialmente pelo sistema, sem significado semântico, geralmente um número inteiro sequencial. No processo ETL, o Data Mart atribui uma chave surrogada a cada registro de dimensão, garantindo que não haja conflito mesmo quando múltiplos sistemas de origem usam chaves iguais ou sobrepostas. É a solução padrão para esse problema.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Chave alternativa é um termo genérico que pode se referir a qualquer chave secundária ou substituta, mas não é um tipo específico de chave no contexto de Data Warehousing. O termo correto e consagrado na literatura (Kimball, Inmon) é chave surrogada.
SE LIGUE NESSA!
Lembre-se: enquanto os sistemas transacionais usam chaves naturais (CPF, matrícula, código do cliente), os Data Marts usam chaves surrogadas para garantir independência e desempenho. Essa distinção é frequente em provas de bancas como FGV, CESPE e FCC.