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Questão de Redes de Computadores — Endereçamento IP — FGV 2025

Redes de ComputadoresEndereçamento IP
Código
fg104483
Banca
FGV
Órgão
AL-AM
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Analista Legislativo - Analista de Redes de Comunicação de Dados
Uma organização está planejando IPv6 usando prefixo global 2001:db8:cafe::/48. Considerando melhores práticas de endereçamento IPv6, a estratégia mais adequada para segmentos de rede é
  1. Aalocar /128 para cada host maximizando conservação.
  2. Bevitar SLAAC usando apenas DHCPv6 stateful.
  3. Cutilizar apenas endereços link-local para comunicação interna.
  4. Dalocar /96 economizando espaço e mantendo compatibilidade com IPv4.
  5. Ealocar /64 por segmento, permitindo SLAAC e simplificando operações
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GabaritoE — alocar /64 por segmento, permitindo SLAAC e simplificando operações

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Endereçamento IPv6 e melhores práticas

Gabarito: letra E. A alocação de /64 por segmento é a prática padrão e recomendada para redes IPv6, pois permite o uso de SLAAC (Stateless Address Autoconfiguration), que exige um prefixo de 64 bits para que o host derive seu identificador de interface (IID). Além disso, o /64 simplifica a operação e a divisão de sub-redes, sendo amplamente adotado.

A banca testa o conhecimento sobre o motivo do /64 ser o tamanho de sub-rede obrigatório no IPv6. Vamos analisar cada alternativa:

Endereçamento IPv6
  • 1Sub-rede padrão
    • /64 por segmento
    • Permite SLAAC
    • Simplifica operações
  • 2Práticas inadequadas
    • /128 por host
      • Inviável para roteamento
      • Não permite SLAAC
    • /96
      • Não é padrão
      • Quebra SLAAC
    • Apenas link-local
      • Só no mesmo enlace
      • Sem comunicação global
    • Evitar SLAAC
      • DHCPv6 stateful exclusivo
      • Menos simplificado
LEVEL · soulevel.com.br

Alternativa A — ❌ Incorreta

Alocar /128 para cada host maximizando conservação. Embora um endereço /128 seja um endereço único de host, essa prática não é usada para segmentos de rede. Em IPv6, uma sub-rede (segmento) deve ter prefixo /64; alocar /128 por host é inviável para roteamento e não permite SLAAC.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Evitar SLAAC usando apenas DHCPv6 stateful. Embora o DHCPv6 seja uma opção válida, as melhores práticas recomendam o uso de SLAAC (RFC 4862) para autoconfiguração sem estado. A exclusão total do SLAAC não é a estratégia mais adequada, pois o SLAAC simplifica a configuração e é amplamente suportado.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Utilizar apenas endereços link-local para comunicação interna. Endereços link-local (fe80::/10) são usados apenas para comunicação no mesmo enlace, não para segmentos de rede que precisam de endereçamento global (2001:db8:cafe::/48). Comunicação global exige endereços globais.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Alocar /96 economizando espaço e mantendo compatibilidade com IPv4. O /96 (32 bits de host) não é um tamanho padrão para sub-redes IPv6. Historicamente, /96 foi usado em transição 6to4, mas não é recomendado para sub-redes normais. O padrão é /64; qualquer prefixo diferente quebra o SLAAC e complica a operação.

Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Alocar /64 por segmento, permitindo SLAAC e simplificando operações. O /64 é o tamanho de sub-rede obrigatório para SLAAC, conforme RFC 4862. Além disso, o prefixo /64 é flexível para crescimento e alinhado com as melhores práticas de design IPv6.

NÃO CAIA NESSA!

A alternativa D (alocar /96) pode parecer econômica por lembrar a máscara /24 ou /16 do IPv4, mas no IPv6 o /64 é o padrão, não /96. Cuidado para não confundir com endereços de transição (6to4) ou com a ideia de "economia" de endereços – o IPv6 tem espaço abundante, não há necessidade de economizar bits.

Gabarito: letra E

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