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Questão de Segurança da Informação — Ataques e ameaças — FGV 2025

Segurança da InformaçãoAtaques e ameaças
Código
fg104524
Banca
FGV
Órgão
AL-AM
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Analista Legislativo - Analista de Sistema
Ao desenvolver a área de intranet da Assembleia, o Analista de Sistemas deve se proteger contra ataques de Cross-Site Scripting (XSS), que ocorrem quando um invasor injeta código malicioso no navegador de um usuário.

A principal linha de defesa contra a maioria dos ataques XSS, aplicada na saída de dados do servidor para o browser, é
  1. Ao Output Encoding de dados não confiáveis.
  2. Bimplementar Rate Limiting no backend.
  3. Cutilizar senhas fortes e únicas para cada usuário.
  4. Dusar Prepared Statements no banco de dados.
  5. Ebloquear todas as requisições HTTP do tipo POST.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — o Output Encoding de dados não confiáveis.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Defesa contra Cross-Site Scripting (XSS)

Gabarito: letra A. A principal defesa contra XSS, aplicada na saída de dados do servidor para o navegador, é o Output Encoding de dados não confiáveis, que codifica caracteres especiais para evitar que scripts injetados sejam interpretados pelo navegador. As demais alternativas protegem contra outras ameaças, mas não contra XSS.

A questão exige conhecimento das contramedidas específicas para cada tipo de ataque. O Cross-Site Scripting explora a falta de sanitização de entradas/saídas, permitindo que código malicioso (geralmente JavaScript) seja executado no contexto de um site confiável. A proteção mais eficaz no lado do servidor, ao gerar respostas HTML, é o Output Encoding (ou escaping), que converte caracteres como <, >, &, " em suas entidades HTML seguras (ex.: &lt;, &gt;).

Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

O Output Encoding de dados não confiáveis é a técnica recomendada pelo OWASP como principal barreira contra XSS refletido, armazenado e baseado em DOM. Ao codificar a saída, o conteúdo injetado é tratado como texto comum, não como código executável.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Implementar Rate Limiting no backend limita o número de requisições em um período, prevenindo ataques de força bruta e DDoS, mas não impede a injeção de scripts em páginas.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Senhas fortes e únicas protegem contas contra acesso não autorizado, mas não evitam que um invasor insira código malicioso que será executado no navegador de outros usuários.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Prepared Statements (ou consultas parametrizadas) são a defesa padrão contra SQL Injection, pois separam os dados do comando SQL. Não têm efeito sobre injeção de scripts no navegador.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Bloquear requisições HTTP do tipo POST inviabilizaria funcionalidades legítimas do sistema e não impediria XSS, já que scripts podem ser injetados também via GET, cabeçalhos ou outras fontes.

NÃO CAIA NESSA!

A alternativa D (Prepared Statements) é um distrator clássico: muitos candidatos confundem a proteção contra SQL Injection (que age no banco de dados) com a proteção contra XSS (que age no navegador). Lembre-se: Output Encoding é para XSS; Prepared Statements são para SQL Injection.

Gabarito: letra A.

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