Identificação de modismo/chavão em jornalismo
Gabarito: letra A. A única frase que contém uma expressão classificada como modismo ou chavão é a alternativa A — "representante máximo dos católicos". Trata-se de um estereótipo linguístico condenado pelo Manual da Redação da Folha de S. Paulo por vulgarizar o texto jornalístico. As demais alternativas trazem fatos ou descrições isentas de tais clichês.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
"O arcebispo de São Paulo esteve ontem com o Papa, representante máximo dos católicos."
A expressão "representante máximo" é um chavão recorrente em notícias sobre lideranças religiosas. O Manual da Redação da Folha de S. Paulo orienta evitar esse tipo de modismo, que empobrece a linguagem.
Alternativa B — ❌ Incorreta
"Os boatos sobre a morte de Saddam Hussein fizeram cair os preços do petróleo." — A frase é factual, relata um evento econômico sem recorrer a chavões.
Alternativa C — ❌ Incorreta
"A independência do Brasil foi proclamada por dom Pedro I." — Afirmação histórica objetiva, sem modismos.
Alternativa D — ❌ Incorreta
"Os egípcios reverenciavam inúmeros deuses, entre os quais está Osiris." — Descrição histórica, sem expressões estereotipadas.
Alternativa E — ❌ Incorreta
"Os últimos projetos de lei foram unanimemente aprovados pelo Congresso." — Embora "unanimemente aprovados" possa soar repetitivo, não é classificado como modismo no mesmo sentido do "representante máximo". A banca considera que o chavão típico é o da alternativa A.
Conclusão: Apenas a alternativa A apresenta um modismo condenado pelo manual, sendo o gabarito a letra A.