Técnicas de manejo de doenças fúngicas em culturas agrícolas
Gabarito: letra B (III, apenas). Apenas o plantio de variedades resistentes a doenças é uma técnica que minimiza os prejuízos causados por fungos fitopatogênicos. Monoculturas e alta densidade de plantio, ao contrário, favorecem a propagação de doenças.
A questão testa o conhecimento sobre práticas culturais e seu impacto na epidemiologia de doenças fúngicas. É essencial compreender que nem toda intervenção no plantio reduz riscos; algumas aumentam a pressão de inóculo e a suscetibilidade das plantas.
Item I — ❌ Incorreto
O plantio em monoculturas (extensas áreas com uma única espécie cultivada) favorece a disseminação de patógenos, especialmente fungos, pois elimina barreiras naturais e mantém alta densidade de hospedeiros suscetíveis. Portanto, não minimiza prejuízos.
Item II — ❌ Incorreto
O aumento da densidade de plantio reduz a circulação de ar, eleva a umidade do dossel e promove microclima favorável ao desenvolvimento de fungos. Além disso, plantas muito próximas competem por luz e nutrientes, tornando-se mais estressadas e vulneráveis a infecções. Logo, não é uma técnica de minimização.
Item III — ✅ Correto ⟵ GABARITO
O plantio de variedades resistentes a doenças é uma das estratégias mais eficazes e sustentáveis no manejo integrado de doenças fúngicas. A resistência genética impede ou limita a infecção e a reprodução do patógeno, reduzindo diretamente os danos à produtividade. É uma técnica clássica de controle cultural e genético.
Resumo: somente a afirmativa III descreve uma técnica que efetivamente minimiza os prejuízos causados por doenças fúngicas. Monocultivo e adensamento agravam o problema.
Gabarito: letra B