No Equador, o ar se eleva, por causa do forte aquecimento do sol. Na tropopausa, as massas de ar se desviam para o Norte e para o Sul. Os ventos caem nas regiões próximas aos Trópicos e fluem de volta para o Equador como ventos Alísios. No Equador, esses ventos se encontram na Zona de Convergência Intertropical. Esta circulação é chamada de célula Hadley. Durante o processo ascendente, o ar esfria, a umidade dentro se condensa, as nuvens são construídas e começa a chover. No processo descendente, o oposto ocorre e desertos (como Saara o Deserto da Namíbia) são consequências desse processo.https://content.meteoblue.com/pt/pesquisa-educacao/recursoseducacionais/meteoscool/large-scale-weather/atmospheric-circulation. Acesso em: 29 jul 2025 (adaptado).A dinâmica climática descrita é consequência direta da ocorrência de áreas de baixa pressão
Aem latitudes menores e áreas de alta pressão em latitudes médias.
Bem latitudes médias e áreas de alta pressão em latitudes subpolares.
Csobre regiões frias do Pacífico equatorial e áreas de alta pressão sobre oceanos aquecidos
Dem latitudes subpolares e áreas de alta pressão em latitudes subtropicais.
Eem latitudes maiores e áreas de alta pressão nas regiões temperadas.
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GabaritoA — em latitudes menores e áreas de alta pressão em latitudes médias.
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Circulação Geral da Atmosfera: Célula de Hadley
Gabarito: letra A. A dinâmica descrita é a Célula de Hadley: o ar ascende na região equatorial (baixa pressão em latitudes menores) e desce nas regiões subtropicais, por volta de 30° de latitude (alta pressão em latitudes médias). Esse movimento gera os ventos alísios e a Zona de Convergência Intertropical, explicando as chuvas equatoriais e a formação de desertos como o Saara e o da Namíbia.
A célula de Hadley é um dos principais mecanismos da circulação geral da atmosfera. O forte aquecimento solar no Equador aquece o ar, que sobe (baixa pressão), perde umidade e precipita. Na alta troposfera, o ar diverge para os polos e, ao atingir os subtrópicos, resfria-se e desce (alta pressão), criando cinturões de desertos.
1Ar quente sobe no EquadorBaixa pressão (latitudes menores)
2Ar diverge na tropopausaNorte e Sul
3Ar desce nos subtrópicosAlta pressão (latitudes médias ≈30°)
4Ventos alísios retornam ao EquadorFecham a célula
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Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A alternativa descreve exatamente o padrão: baixa pressão em latitudes menores (Equador) e alta pressão em latitudes médias (subtrópicos, ≈30° N/S). Essa configuração é a força motriz da célula de Hadley.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Inverte as posições: afirma baixa pressão em latitudes médias e alta pressão em subpolares. Na verdade, as latitudes médias (30°-60°) abrigam tanto centros de alta pressão subtropical quanto zonas de baixa pressão subpolar, mas a célula de Hadley tem seu ramo descendente nos subtrópicos (alta pressão) e não nas subpolares.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Menciona áreas frias do Pacífico equatorial e oceanos aquecidos, que não estão relacionados à célula de Hadley, mas sim a fenômenos como El Niño e La Niña. A célula de Hadley independe dessas anomalias térmicas oceânicas locais.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Afirma baixa pressão em latitudes subpolares e alta pressão em subtropicais. Embora a alta pressão subtropical exista, a baixa pressão subpolar não é a origem do movimento ascendente na célula de Hadley; esta começa no Equador. A inversão dos papéis torna a alternativa errada.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Coloca baixa pressão em latitudes maiores (polares) e alta pressão em regiões temperadas. O oposto do que ocorre: a célula de Hadley é impulsionada pela baixa pressão equatorial, não pelas altas latitudes.\n\nGabarito: letra A.