A Biologia Forense aplica conhecimentos da área das ciências biológicas para auxiliar na investigação de crimes. Uma das ferramentas mais usadas nessa área envolve a papiloscopia. No entanto, o advento da do uso do DNA foi um marco importante para o avanço da área.Por exemplo, a utilização de regiões de microssatélites permite a distinção do perfil genético de um suspeito com alto grau de confiança devido à/ao
Abaixo grau de mutação, garantindo a estabilidade evolutiva.
Bpresença de regiões codificadoras altamente conservadas entre os indivíduos.
Cpresença de sequências curtas, sem repetição e exclusivas entre os indivíduos.
Dexpressão de genes ligados a características fenotípicas exclusivas dos indivíduos.
Epresença de sequências repetitivas com alto grau de polimorfismo, entre os indivíduos.
Revelar gabarito e comentário▾
GabaritoE — presença de sequências repetitivas com alto grau de polimorfismo, entre os indivíduos.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Microssatélites na Biologia Forense
Gabarito: letra E. Os microssatélites (STRs) são regiões do DNA compostas por sequências curtas e repetitivas (ex.: 2 a 6 pares de base) que apresentam alto grau de polimorfismo entre indivíduos – ou seja, grande variação no número de repetições. Essa variabilidade é a base da identificação genética forense com alta confiabilidade.
Análise das alternativas
Microssatélites (STRs)
1Características
Sequências curtas (2-6 pb)
Repetitivas
Não codificantes
Alto polimorfismo
Alta taxa de mutação (~10⁻³/geração)
2Aplicação forense
Variação no nº de repetições
Distingue perfis genéticos
Exceto gêmeos idênticos
LEVEL · soulevel.com.br
Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que os microssatélites possuem "baixo grau de mutação". Na verdade, essas regiões têm taxa de mutação relativamente alta (cerca de 10⁻³ por geração), o que contribui para o polimorfismo. A estabilidade evolutiva não é a característica relevante para a distinção entre indivíduos.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Menciona "regiões codificadoras altamente conservadas". Os microssatélites são, em sua maioria, não codificantes e não conservados; ao contrário, são justamente as regiões não codificantes que exibem alta variabilidade. As regiões codificadoras são conservadas por pressão seletiva.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Descreve "sequências curtas, sem repetição e exclusivas". Os microssatélites são repetitivos por definição; a ausência de repetição seria o oposto. Além disso, não são exclusivas de um único indivíduo, mas sim altamente polimórficas.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Fala em "expressão de genes ligados a características fenotípicas exclusivas". Microssatélites não são genes – são marcadores não codificantes. Não há expressão gênica envolvida diretamente.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A alternativa descreve exatamente a natureza dos microssatélites: "presença de sequências repetitivas com alto grau de polimorfismo, entre os indivíduos". Essa variação no número de repetições é o que permite diferenciar perfis genéticos com altíssima probabilidade (exceto gêmeos idênticos).
NÃO CAIA NESSA!
A banca mistura características de outros marcadores genéticos e fenômenos biológicos para confundir. Lembre-se: microssatélite = repetitivo + polimórfico + não codificante. As alternativas erradas usam conceitos como "baixa mutação", "codificadora", "sem repetição" ou "expressão gênica" – todos opostos ou não relacionados.