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Questão de Medicina — Pediatria e Neonatologia — FGV 2025

MedicinaPediatria e Neonatologia
Código
fg112495
Banca
FGV
Órgão
EBSERH
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Área de Atuação - Alergia e Imunologia Pediátrica
Uma criança de 4 anos, previamente diagnosticada com asma, foi levada a um serviço de emergência apresentando dispneia progressiva, tosse persistente e sibilos difusos há 24 horas. Ao exame físico, a criança encontrava-se prostrada, com dificuldade para falar frases completas, tiragens subcostais e intercostais acentuadas, gemência, batimento das asas nasais, cianose perioral, saturação de O₂ de 88% em ar ambiente, frequência cardíaca de 190 bpm, frequência respiratória de 58 irpm e tempo expiratório prolongado com murmúrio vesicular globalmente diminuído, indicando fadiga respiratória iminente.Foram administradas doses repetidas de salbutamol via espaçador, oxigenoterapia suplementar e prednisolona oral 2 mg/kg, mas a criança permaneceu hipoxêmica, com taquipneia importante e sinais de exaustão muscular respiratória.Segundo as diretrizes GINA 2025, a conduta mais apropriada nesse momento é
  1. Amanter oxigenoterapia e repetir salbutamol em puff com espaçador por mais 3 ciclos, antes de considerar internação em uti pediátrica.
  2. Bencaminhar para internação em enfermaria e iniciar brometo de ipratrópio por via oral e corticosteroide inalatório em altas doses.
  3. Csolicitar exames de imagem e gasometria arterial, postergando outras intervenções até a confirmação de hipóxia grave.
  4. Diniciar ventilação não invasiva (cpap) com FiO₂ a 100% em pronto-socorro para tentar evitar internação, mantendo salbutamol por espaçador.
  5. Einternar em unidade de terapia intensiva pediátrica, administrar sulfato de magnésio intravenoso (máx. 2 g) e considerar início de infusão contínua de beta-2 agonista intravenoso, com monitorização intensiva.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoE — internar em unidade de terapia intensiva pediátrica, administrar sulfato de magnésio intravenoso (máx. 2 g) e considerar início de infusão contínua de beta-2 agonista intravenoso, com monitorização intensiva.

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