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Questão de Antropologia — Sistemas Religiosos - Magia, Ciência, Religião, Ritos e Cerimônias. Antropologia Econômica. Divisão do trabalho, comércio e consumo — FGV 2025

AntropologiaSistemas Religiosos - Magia, Ciência, Religião, Ritos e Cerimônias. Antropologia Econômica. Divisão do trabalho, comércio e consumo
Código
fg114511
Banca
FGV
Órgão
IPHAN
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Antropologia
[O] cenário muda radicalmente com a constatação de que os TupiGuarani eram capazes de produzir muito além dos níveis vitais. No que se refere a desenvolvimento, isso obriga a pensar nos nativos como produtores de excedentes, como produtores de riqueza – a tomá-los como base para a história [da riqueza no Brasil].CALDEIRA, Jorge. História da riqueza no Brasil. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2017.O texto refere-se à mudança de entendimento sobre aspectos econômicos dos povos indígenas brasileiros, o qual carregava valor paradigmático.O trecho acima desafia o entendimento de que
  1. Aos indígenas viviam em uma economia voltada para a própria subsistência por incapacidade produtiva.
  2. Ba dinâmica social indígena era nômade, com migrações constantes em busca de novos recursos naturais.
  3. Cos povos nativos não possuíam técnicas agrícolas avançadas que desembocam em sociedades estratificadas.
  4. Da relação entre indígenas e colonizadores foi marcada por trocas simbólicas mais do que por intercâmbio econômico.
  5. Eos Tupi-Guarani entendiam a terra como território coletivo, sem noção de propriedade individual.
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GabaritoA — os indígenas viviam em uma economia voltada para a própria subsistência por incapacidade produtiva.

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